O presidente da OAB usa a máquina administrativa para se manter no cargo


O atual ocupante do cargo, que nele pretende se perpetuar, negou a concessão do cadastro ao candidato LAURO SCHUCH DA CHAPA MAIS OAB, por temer que as mensagens e propostas que qualificam sua candidatura abalassem seu discurso de falsas realizações, disseminado pelo uso indevido e imoral da máquina administrativa. Uma utilização que, além de condenada pelas pessoas de bem, se estabelece em detrimento dos demais candidatos e na contramão da igualdade de direitos.

Para obter o que seria natural receber de um presidente que não deveria temer um embate eleitoral e muito menos as contingências da Democracia e do Estado de Direito, a Chapa Mais OAB precisou buscar na Justiça o que o representante da classe lhe negou. Condenando a atitude do presidente que, no passado, bradou contra o ex-presidente que lhe negara a relação dos inscritos para utilizá-la com exclusividade, o Tribunal Regional Federal ordenou a Wadih que entregasse a Lauro o cadastro dos advogados, evidenciando que, o que diz o atual presidente, depende de suas conveniências políticas.

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  1. #1 by rita cortez at 6 de julho de 2009

    Os advogados devem estar atentos para o fato que a principal proposta de mudança lançada na eleição passada, através da chapa NOVA OAB, era abolir, de vez, do processo histórico da nossa instituição, a utilização da máquina administrativa para atender aos objetivos meramente pessoais, políticos e eleitorais.
    O Dr. Wadih Damous sempre se manifestou contra a reeleição na OAB.
    Para tanto firmou compromisso que não seria candidato à reeleição.
    O Dr. Wadih, agora no poder, contrariando o posicionamento que adotou ao longo de vários anos, manipula demagogicamente alguns dados estatísticos favoráveis à gestão da Nova OAB, para tentar justificar a sua proposta de reeleição à presidência da entidade.
    O Dr. Wadih Damous, representando a chapa NOVA OAB, teve que acionar o Dr. Otávio Gomes para ter acesso aos dados cadastrais dos advogados inscritos na Seccional, de maneira a permitir a divulgação dos projetos articulados e das idéias adotadas pela Nova OAB.
    Hoje, no poder, ele luta de forma ferrenha na Justiça para impedir que o candidato Lauro Schuch, Vice Presidente da OAB, tenha acesso ao cadastro.
    Apesar da ordem judicial, o Presidente da OAB vem se opondo, injustificadamente, ao cumprimento da liminar, inclusive usando a Procuradoria da Seccional para interpor recursos contra esta decisão.
    O Dr. Wadih Damous exonera conselheiros de seus cargos pelo simples fato de não aderirem ao seu projeto pessoal de permanecer no comando da OAB. Vide a exoneração do Ouvidor e do Corregedor.
    O Dr. Wadih Damous demite funcionários antigos porque não seriam “confiáveis”, segundo seus planos, no sentido de cumprir um segundo mandato como Presidente.
    O Dr. Wadih Damous usa descaradamente a Tribuna dos Advogados para se auto promover, bem como os demais conselheiros que apoiam o projeto de reeleição.
    O Dr. Wadih Damous usa o carro oficial da OAB para cumprir sua agenda pessoal, apesar de ter considerado tímida a decisão do CNJ que restringiu a utilização de carros oficiais pela magistratura nos Tribunais.
    O Dr. Wadih Damous tenta mascarar esta lamentável sitação, cujo intuito é, simplesmente, ficar e usar o poder que emana da Presidência da OAB/RJ.
    O Dr. Wadih Damous desenvolve o estratagema de coletar a assinatura dos advogados do RJ, através de pessoas que não são da classe, justificando o abaixo assinado em algumas boas medidas adotadas pela OAB, fruto da participação de todos os conselheiros eleitos e que estão cumprindo seus mandatos nesta gestão.
    O Dr. Wadih Damous, na sanha em permanecer a qualquer custo na Presidência da Seccional, já que não há, institucionalmente, qualquer motivo relevante para tal, não tem pudor quando promove eventos e inaugurações, colocando em cada atividade institucional um abaixo assinado cuja meta é a angariar votos para a sua candidatura.
    O Dr. Wadih Damous gostou do poder e, dele, não pretende lançar mão.
    Para todos os nossos colegas que têm consciência sobre os nefastos efeitos que decorrem dos atos e gestos da Presidência da OAB e que começam a vislumbrar as contradições entre o discurso e a prática, eu digo: é hora de reafirmar, como fizemos na eleição passada, que não queremos reeleição.
    Não queremos Wadih de novo.
    Queremos uma OAB que retome o rumo trilhado em 2006, bem como os compromissos assumidos com a advocacia do RJ, principalmente, de que nunca mais adotaríamos modelos de gestão que se baseiam, única e exclusivamente, no uso da máquina administrativa da Seccional para perpetrar uma política oportunista, que não cria raízes, e que se baseia numa visibilidade midiática.
    Queremos MAIS para a classe e temos competência e seriedade para oferecer MUITO MAIS do que já foi feito.
    Queremos, em novembro de 2009, MAIS OAB com Lauro na presidência, porque MAIS OAB é reafirmar compromissos alicerçados nos verdadeiros anseios e interesses dos advogados no nosso estado.

  2. #2 by Izio Masetti at 8 de julho de 2009

    Isso ja era de se esperar, pois, ele que tanto defende a transparência, mais uma vez mostra que tem duas faces.

  3. #3 by José Pinto Soares de Andrade at 28 de julho de 2009

    Parece que foi ontem, me lembro perfeitamente que o nosso Presidente Wadih reclamava que o Dr. Otavio Gomes não queria passar o cadastro dos advogados, discursava contra o monopolio do então presidente, hoje no poder faz a mesma artimanha sem falar no nosso Jornal “Tribuna do Advogado” que antes só havia o retrato do Presidente amofinado mas com seu terno impecável.hoje se repete a mesma promoção pessoal!!!!!!!!!! vamos da um basta, queremos renovação!!!!!!! mau candidato é Lauro

  4. #4 by Thales de Miranda at 20 de agosto de 2009

    A ética baila segundo a conveniência política do atual presidente da oab/rj, que só escrevo com letra maiúscula quando o lauro for Presidente!

(não será publicado)
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