Archive for setembro de 2009

Justiça barra golpe de Wadih, reconduz Tecio ao Conselho e dá a vitória à Chapa Mais OAB

O juiz Antonio Correa, da 9ª Vara do Distrito Federal, deu hoje ao presidente do Conselho Federal da OAB, Cezar Britto, prazo de 48 horas para que reemposse no cargo de conselheiro da entidade o advogado do Rio de Janeiro, Tecio Lins e Silva, que impetrou mandado de segurança contra a tentativa de extinção de sua vaga e ganhou liminar.
“Foi uma vitória da Justiça e da democracia contra um grave desvio de poder, contra uma conspiração que nasceu na OAB-RJ”, comemora Tecio Lins e Silva, que teve seu mandato extinto enquanto exercia, nos últimos dois anos, a função de conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, representando a própria OAB.
Eleito com a chapa que passou a comandar a OAB-RJ no inicio de 2007, Tecio Lins e Silva foi nomeado pelo Presidente Luiz Ignácio da Silva para compor o CNJ na vaga destinada à categoria, mas, enquanto exercia essa função, teve extinta sua vaga de conselheiro na OAB. Seu lugar passaria a ser ocupado supostamente em definitivo pelo suplente Cláudio Pereira de Souza Neto, indicado pela OAB-RJ.
“Na verdade era uma tentativa de golpe do presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, em razão de meu apoio à Oposição, representada pela chapa Mais OAB, de Lauro Schuch. Era uma vingança contra mim, por ter rompido com ele, por discordar de sua traição ao compromisso de não tentar a reeleição para a presidência, permitindo a renovação de quadros”, explica Tecio Lins e Silva. Quando foi nomeado para exercer a vaga de conselheiro no CNJ, Tecio, em respeito ao artigo 12, inciso II, da Lei 8.906/94, afastou-se da advocacia, comunicou o fato à Ordem e se licenciou do mandato. Cumprido seu mandato no CNJ, foi surpreendido a decisão da diretoria da Ordem, declarando extinto seu mandato de conselheiro federal. Segundo o juiz Antonio Correa, Tecio Lins e Silva “foi atingido em seu direito por ato ilegal, viciado pelo desvio de poder decorrente da má intepretação dos fatos”. A referida lei estabelece, no artigo 66, inciso I, que “se extingue o mandato automaticamente, antes do seu término, quando ocorrer qualquer hipótese de cancelamento de inscrição ou de licenciamento profissional”.
Acontece, segundo o juiz da 9ª Vara do Distrito Federal, que a entrega espontânea, por Tecio, da carteira profissional para anotação do impedimento, não pode ser encarada como uma confissão de que o afastamento tinha sido espontâneo, configurando extinção, nem que ele estava exercendo, de forma voluntária, atividade incompatível com o exercício da advocacia.
“Ao contrário, o impedimento surgiu em razão de ter cumprido munus da corporação, à qual estão reservadas duas cadeiras no Conselho Nacional de Justiça, que gera dever de indicar seus representantes. Sua atuação se deu em nome da corporação, a qual representou perante o Conselho Nacional de Justiça, não se enquadrando no conceito aberto definido como qualquer hipótese”, sustenta o juiz.
Tecio interpreta que a diretoria do Conselho Federal da Ordem, “em virtude de alguns interesses políticos internos, acolheu uma conspiração que nasceu no Rio de Janeiro e foi comandada pelo presidente da OAB-RJ. Foi uma retaliação (de Wadih) ao meu rompimento político com ele, por discordar de seus objetivos personalistas. A decisão judicial obtida em Brasília significa uma séria derrota para esse golpista e uma vitória da Chapa Mais OAB, da qual faço parte, empenhado que estou em vencer a próxima eleição e devolver a Ordem para o rumo do qual não deveria ter se desviado”.
Leia a íntegra a decisão judicial em relação ao mandado de segurança impetrado por Tecio Lins e Silva, referente ao processo nº2009.34.00.031836-3.

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Hora de ampliar a onda crescente da Mais OAB

PANFLETAGEM NO FÓRUM NESTA QUINTA, 01/10/09 - ÀS 13 HS

Nesta fase final da campanha as adesões ao nosso grupo não param de crescer. Vamos dar força a esse crescimento e tornar ainda mais clara a nossa disposição de realizar o grande sonho da advocacia do Rio de Janeiro, com uma Seccional que possa nos representar com grandeza nos próximos três anos. Falta pouco para chegarmos lá. É fundamental a presença de todos. Concentração às 13hs, no Tribunal de Justiça.

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Mais OAB presente em evento na ABAMI

No dia 29 de setembro de 2009 assumiu a presidência da ABAMI - Associação Brasileira de Advogados do Mercado Imobiliário, a advogada ANGELA MARIA SOARES DA CONCEIÇÃO, ocasião em que também foi comemorado o 20º aniversário da ABAMI, instituição que prima pelo aprimoramento do direito imobiliário.

Estiveram presentes:José Calixto Uchoa Ribeiro, Arnon Velmovitsky, Angela Maria Soares da Conceição, Lauro Schuch, Sergio Murilo Herrera Simões, Técio Lins e Silva,Sidney Seixas de Santana.

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Chapa Mais OAB. Cada vez mais unida e mais forte

A cada dia, a campanha Mais OAB recebe novas adesões. São advogados e advogadas que querem ser representados com grandeza, sem falsas promessas e com a certeza de que os desejos da classe podem ser conquistados através de uma gestão séria, transparente.

A Chapa Mais OAB dá as boas-vindas aos colegas que se somam aos nossos aliados para qualificar cada vez mais o nosso grupo.

Gilberto de Povina Cavalcanti – OAB/16743

Mauro Roberto Gomes de Mattos – OAB/57739

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Mais um grande evento da Chapa Mais OAB

O Núcleo OAB Vai à Escola convida você para comemorar mais adesões ao nosso movimento.

Dia 01/10/2009 às 19 horas no restaurante KILOGRAMA.
Rua do Riachuelo nº 315 - Centro

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A cada dia, atuais e futuros advogados, deixam bem claro que preferem ter Mais OAB

Dois novos eventos da Chapa Mais OAB voltam a demonstrar o que se torna cada vez mais claro nos últimos dias: a campanha não para de crescer.
Num encontro em São João de Meriti e em almoço com jovens advogados e estudantes de Direito no Centro do Rio, a Chapa voltou a presenciar o sucesso que se repete em todos os eventos que organiza. São claros sinais de que mais e mais pessoas desejam ter Mais OAB e sabem que as nossas propostas vão fazer a classe ser melhor representada nos próximos anos.
Veja as fotos:

Evento São João de Meriti:
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Almoço OAB Jovem:
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Assista a vitória de Lauro Schuch em debate entre os candidatos à presidência da OAB/RJ

Lauro Schuch participou de debate entre os candidatos à presidência da OAB/RJ, realizado na ADPERJ em 25 de setembro de 2009.

Veja os vídeos:

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Paulo Reis apóia Lauro e elabora projeto de lei inovador para beneficiar clubes e jovens

O advogado Paulo Reis, 59 anos, especializado em Direito Trabalhista e Esportivo, é candidato na CHAPA MAIS OAB e está elaborando um projeto de lei de cunho social que tem como objetivo a formação do menor como atleta e cidadão.
O projeto dispõe sobre assistência médica, educação, preparação física e profissionalização técnica para o jovem que treinasse para ser jogador de futebol. Os clubes incluídos no programa poderiam receber benefícios fiscais em forma de compensação tributária.
Segundo Paulo Reis, ex-diretor jurídico do Vasco ao longo de 20 anos, a lei ajudaria também no combate ao tráfico de menores para profissionalização em clubes internacionais e poderia assegurar um trabalho social com aproximadamente 200 jovens por clube.
Recentemente, a convite do ministro Guilherme Caputo, do Tribunal Superior do Trabalho, Paulo Reis participou do segundo seminário de Direito Esportivo e Trabalhista, em Brasília. Além dele foram convidados os Drs. Mário Pucheu, ex-advogado do Flamengo e consultor da CBF, e Marcos Motta, especialista em Direito Internacional Esportivo junto à FIFA.

Paulo Reis foi entrevistado pela MAIS OAB. Leia a entrevista:

MAIS OAB: Fale-nos sobre sua formação, carreira e atuação como especialista em Direito Esportivo.

Paulo Reis: Eu me formei na Estácio de Sá, sou fundador da Estácio de Sá, em 1974. Dali, comecei a estagiar na própria Justiça do trabalho, através do escritório de advocacia Paulo Costeira. Nunca saí da Justiça do Trabalho e passei a atuar também na Justiça Esportiva, razão pela qual fui chamado para trabalhar no Vasco. Fui vice-presidente jurídico do Vasco da Gama por vinte anos. Eu fazia parte trabalhista com atleta e também a parte de Direito Esportivo. No recente seminário em Brasília, fui falar sobre a experiência desse meu período todo ligado a um clube de futebol, sobre a formação do atleta e o êxodo do atleta menor, assunto que vem mexendo muito com o futebol brasileiro. Esses menores, o atleta com uma idade inferior a 16 anos, não podem se profissionalizar no exterior, então o que acontece? Grandes clubes vêm de fora, como o Milan, Roma, Real Madrid, e oferecem um emprego para o pai, aproveitando uma saída existente na legislação. Eles levam o pai para trabalhar ficticiamente numa empresa, usam essa desculpa e, com isso, levam a criança. É uma burla, uma fraude e a FIFA agora puniu, se não me engano, o Chelsea. Este clube agora não pode fazer contratação por um ano porque foi em cima de um menino de outro país, levando-o para jogar na Inglaterra. É mais ou menos o que eles vêm fazendo aqui no Brasil também. Aproveitam uma brecha na legislação da FIFA, segundo a qual só se pode levar um jogador para fora do país e profissionalizá-lo se o pai for trabalhar fora e naquele país tem um time de futebol. Aí, como o pai está viajando, o menor pode ir, usam esse artifício. Então eles começaram a criar várias situações. Por exemplo, ficamos sabendo que o Real Madrid assediou um menino de 14 anos, no Vasco da Gama. O clube ofereceu um emprego ao pai de um menino, com salário de 600 mil euros, só pro pai do menino ir pra lá, trabalhar ficticiamente numa empresa e levar o menino. Quando o garoto completasse 18 anos, o clube lhe pagaria por cinco anos, gradativamente, outra fortuna, em parcelas de 600 mil, 700mil, 800 mil, 900 mil e finalmente um milhão de euros. Então, na prática, eles estavam sequestrando esse garoto de 14 anos e trazendo um prejuízo sensível ao Vasco. Outros clubes, num sentido geral, também sofrem esse tipo de ataque.

MAIS OAB: Poderia ser chamado também de tráfico?

Paulo Reis: Para se ter uma ideia disso, fiquei sabendo que existem muitos meninos que os franceses pegam nas ex-colônias e levam para a França para a possibilidade de vingarem como atletas. Se eles não vingam como atletas, ficam largados lá. Existe muito isso, dizem, eu não tenho certeza, mas li, inclusive, uma reportagem sobre isso. E isso vem acontecendo muito aqui no Brasil. Mas agora, em função dessa preocupação dos clubes, preocupação do Governo Federal, estão sendo tomadas muitas precauções em relação a isso. E na minha palestra, eu fui chamar atenção sobre isso, no Tribunal Superior do Trabalho. Fui alertar sobre esse problema do êxodo e, ao mesmo tempo, mostrar o trabalho eminentemente social dos clubes de futebol. Um clube pega 200 meninos de 12 anos, dá assistência social, fonoaudióloga, dentista, dá médico, dá preparação física, dá escola. Depois que ele atinge uma determinada idade, recebe ainda formação técnica, curso profissionalizante, enquanto treina para ser jogador de futebol. Quando ele não vinga como jogador de futebol, pelo menos já tem um caminho seguro e útil para seguir na vida como cidadão. Acho que, como esse trabalho é social e tira a criança da rua, deveria merecer uma parceria mais forte por parte do Governo Federal. O ideal seria uma isenção de tributos em troca do que o clube puder oferecer cada vez mais nessa atividade social. Seria uma forma, também, de recompensar parcialmente o clube, que cuida de 200 meninos, mas no final só aproveita dois, três… Pouquissimos viram profissionais de bom padrão, os outros não vão adiante. Todos vão sair ganhando com a parceria entre clubes e Governo, se for um trabalho bem feito, bem fiscalizado. O clube não precisa ter regalias; precisa, sim, ser fiscalizado. Se ele é fiscalizado e atende às necessidades dos meninos e aos requisitos exigidos pelo governo, a sociedade e o país saem ganhando. A fiscalização pode ser feita através do Ministério Público do Trabalho e do Juizado da Infância e da Juventude, porque envolve um menor. O Juizado da Infância e da Juventude, através dos monitores, pode fiscalizar se o garoto está participando do treinamento, indo à escola, se a alimentação é adequada, etc. Se o clube tem facilidades do governo, obriga-se a oferecer o melhor possível para seus atletas.

MAIS OAB: O que é necessário para que essa ideia vingue?

Paulo Reis: Acho que precisa ter uma participação forte das federações de clubes e confederações junto ao Governo Federal.

MAIS OAB: Precisaria de uma lei especial?

Paulo Reis: Acho que sim. Propus, inclusive, que se preveja a figura de um ajuste de conduta. O clube que estiver interessado, através de uma lei, em ter esse benefício, deveria assinar um termo de ajuste de conduta confirmando que irá cumprir determinadas condições estabelecidas pelo Governo Federal para ter direito ao benefício fiscal. Para gozar a compensação de tributos o clube não precisa receber nenhum dinheiro; apenas deixa de fazer determinado recolhimento, destinando-o à formação do atleta.

MAIS OAB: É possível fazer isso com a legislação tributária vigente já a partir de agora?

Paulo Reis: Não, acho que é difícil. Porque as isenções atualmente são mais para criação de centro de treinamento e não pra essa qualificação do atleta, uma coisa bem mais especifica.

MAIS OAB: Então, exigiria uma nova lei?

Paulo Reis: Eu entendo que sim.

MAIS OAB: Existe algum outro projeto de lei com relação a isso?

Paulo Reis: Hoje em dia, não. Estou começando a elaborar alguma coisa neste sentido.

MAIS OAB: Essa lei poderia ser chamada como?

Paulo Reis: Lei do Menor Atleta, Lei do Cidadão Atleta, do Atleta Cidadão, alguma coisa desse tipo. Porque o objetivo é formar um menor como atleta e cidadão, facilitar que esse menino seja formado. A importância disso já é reconhecida. Aconteceu um fato que me lembro agora, veja que interessante. A sede do Vasco é localizada próximo uma favela de baixa renda, chamada Barreira do Vasco. Ali, se vive com certa dificuldade. Ali, tem o problema da marginalidade, também. No clube treinam e vivem uns 200 meninos, todos com alimentação, acompanhamento médico, escola, tudo isso dentro do Vasco. Numa noite, um menino de 15, 16 anos, que vive no Vasco, estava no quarto e foi atingido no ombro por uma bala perdida, durante um confronto na favela. Ele foi atendido, não teve muita gravidade, mas a nossa preocupação, em seguida, era dar-lhe assistência, ver o que ele precisava. Explicamos que precisávamos entrar em contato com os pais dele, perguntamos onde é que ele morava. Os pais moravam em São Gonçalo, então lhe explicamos que ele podia ir para casa, não precisava morar no clube, tão longe, em São Cristóvão. Dissemos: “Você não precisa morar aqui, você pode morar com seus pais, nós vamos mandar você de volta pros seus pais e você continua treinando aqui”. Aí, esse menino falou pra gente: “Não, eu quero que vocês avisem meus pais, mas não me levem pra lá porque lá eu não tenho cama, não tenho comida e não tenho escola, eu quero ficar aqui”. Então, ver uma criança falar isso é uma coisa muito séria. Acho que deve haver uma preocupação não só dos clubes, mas do próprio Governo. Os clubes têm muitos defeitos? Sim, tem, mas ao mesmo tempo desenvolvem uma atividade social importantíssima, que pode ser cada vez mais relevante. A assistência social do clube, com direito a compensação fiscal sob fiscalização. pode ser uma solução para muitos meninos brasileiros. Muito menino amparado pelo clube poderia estar no sinal vendendo bala, tentando limpar os carros, tentando assaltar alguém de bicicleta no meio da rua. Enfim, acho que o projeto em elaboração por mim e minha equipe é muito importante.

MAIS OAB: Então vamos batizar logo essa lei? Lei do Menor Cidadão?

Paulo Reis: Lei do Cidadão Atleta. É porque isso começa com o menor; depois, com 18, 19 anos, ele começa a ganhar o salariozinho dele, mas a formação começa no clube desde os 12 anos de idade. Até os 17 anos, o adolescente precisa desse apoio. Isso é fundamental.

MAIS OAB: Lei do Menor Atleta e Cidadão.

Paulo Reis: É evidente que, o Lauro ganhando as eleições – e a gente acredita que ele vai ganhar – pretendo na Comissão de Esportes desenvolver mais ainda esse trabalho. A OAB tem muita força para elaborar um projeto e encaminhá-lo para os legisladores. Depois a mesma OAB pode também participar da fiscalização dos clubes.

MAIS OAB: E porque o senhor apóia o Lauro Schuch?

Paulo Reis: O Lauro já tinha me procurado em outras eleições, mas eu tinha compromisso com amigos. No entanto, sempre gostei do Lauro, eu vejo nele uma pessoa séria, comprometida com a categoria. O Lauro é, acima de tudo, advogado. Tem compromisso com a classe e não com terceiros. Por isso, eu sei que ele está no caminho certo. Vou caminhar do lado dele até o final e tenho certeza de que ele vai ter um resultado favorável no final dessa eleição.
Na liderança deste movimento tem também a minha colega e amiga de muitos anos na Justiça do Trabalho, a Rita Cortez. Antes de ser Presidente, Rita foi vice-presidente na minha gestão na ACAT – Associação Carioca de Advogados Trabalhistas, uma das mais antigas e tradicionais associações de advogados. É a nossa paixão.
Rita Cortez é uma digna representante dos advogados trabalhistas e todos conhecem as lutas que travamos a frente da Associação em prol da valorização da advocacia trabalhista. Posso dizer que um dos diferenciais da MAIS OAB reside exatamente no fato do nosso movimento ser integrado por advogados reconhecidamente militantes, como Rita e Lauro, e que têm comprovados serviços prestados a nossa classe.

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Mais OAB em nova manifestação de solidariedade

Assim como a iniciativa da doação de sangue, para ampliar os estoques do Hemorio, novo evento reuniu grande número de advogados num encontro no Bar do Ernesto, no Largo da Lapa. Lá, além de festejar o crescimento da nossa campanha e dar as boas-vindas aos colegas que promovem a união das oposições para podermos ter Mais OAB, cumprimos uma nova missão de solidariedade, através da doação de leite em pó integral ou especial, Nan 1 e Nestogeno 1 para 140 bebês de até dois anos, portadores de fissura labiopalatal.
O evento mostrou a importância de termos Mais OAB, não apenas para o atendimento às reivindicações da classe, mas também para demonstrar que a advocacia é sensível aos grandes problemas sociais.

ernesto

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Festa da oposição unida

Galeria de fotos da confraternização Mais OAB no Bar do Ernesto. Confira!

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