NEGAR OU ADMITIR. TERGIVERSAR, JAMAIS!
A eleição na OAB-RJ nos permite discutir idéias, compromissos e, principalmente, condutas. Credibilidade e confiança nos candidatos à Presidência da Seccional são requisitos indispensáveis.
Como candidatos de oposição temos o dever de apresentar fatos verdadeiros e documentos incontestáveis que versem sobre determinados comportamentos que a advocacia rejeita.
A dívida que deixa a CAARJ e a própria OAB-RJ em estado de falência, mostrada no balanço publicado pela própria Tribuna; a não prestação de contas de um FGTS e a condenação judicial do candidato à reeleição estão documentadas em processo transitado em julgado. A hospedagem de uma viagem a Lisboa e a Paris do Presidente e do seu tesoureiro (hoje seu candidato a Vice) e respectivas acompanhantes, foi estampada em fatura paga pela OAB, o mesmo ocorrendo com passagem para deputada do PCdoB, sem qualquer motivo aparente.
São fatos que não foram negados e documentos, em contrário, não foram apresentados.
Diante de tanta evidência o atual Presidente da OAB tergiversa. Procura se transformar em vítima. Joga uma cortina de fumaça ao distorcido modelo de gestão que adota, situação que criticamos e denunciamos desde o início da nossa campanha e que causou a divisão existente, hoje, no conselho.
O candidato à reeleição, em resposta aos desvios denunciados, procura se justificar na ocorrência de um pretenso acirramento de ânimos no processo de disputa que estaria por degradar o nível da campanha eleitoral.
Colegas. Não estamos participando e concorrendo com a CHAPA MAIS OAB numa eleição qualquer. Numa entidade de representação cuja atividade política se restringe meramente a defesa de interesses dos advogados como classe, ainda que sejam primordiais.
O melhor programa ou projeto para OAB de nada valem se não temos a frente da nossa instituição advogados dignos de ocuparem cargos de relevância, com tradição na advocacia e que possam, principalmente, serem respeitados pela classe e pela sociedade.
O Presidente não é vítima. Os advogados e a OAB-RJ é que podem ser vítimas, se a escolha recair em quem não está a altura da obrigação de espelhar a grandiosidade da nossa instituição.
É hora de mudar.
Nossa característica, como advogados, é ter espírito crítico. Devemos agir com transparência, apresentando fatos que põem em cheque condutas e comportamentos até porque não podemos deixar que a imagem da OAB-RJ seja maculada e, junto com ela, a de todos nós, advogados.
No dia 16 de novembro, nesta segunda-feira, faça a melhor opção. VOTE 33.
LAURO SCHUCH Presidente e RITA CORTEZ Vice.






