Na tentativa de justificar o pagamento de passagens e estadias com acompanhantes num Congresso Internacional EM PARIS, sem maior significado para os advogados do Rio de Janeiro, Wadih e Fisher confessam que também estiveram em Lisboa, no período de 27 a 30 de outubro, as custas da OAB-RJ.
A fatura existe e sua autenticidade não foi negada. Foi paga pela OAB em 27 de outubro de 2007. Os FATOS SÃO VERDADEIROS.
Para atestar o pagamento das passagens de suas acompanhantes exibe-se uma nota de débito, com datas diferentes. Os números das notas de débito são de 2009 e a viagem foi em 2007.
O Presidente e o tesoureiro da OAB omitem as despesas com estadias e afirmam que pagaram as passagens com seus cartões de crédito. Contudo apresentam um “doc” cujos valores não têm qualquer relação com as notas de débito. OS VALORES NÃO BATEM.
Notas de débito não têm validade fiscal, diferentemente de notas fiscais, que são numeradas e emitidas com rigoroso controle das Secretarias de Fazenda.
Notas de débito são passíveis de serem emitidas por qualquer um, pelos próprios interessados, a qualquer momento, e sem qualquer controle contábil.
A resposta de Wadih e Fisher é uma farsa e procura esconder o óbvio: o pagamento pela OAB da passagem de Wadih para Lisboa e Paris e as estadias de todos. Pior: põe em dúvida o controle financeiro da própria OAB-RJ.
A quem eles acham que vão enganar? Os advogados?
Nós não aceitamos ser enganados.
Vote no 33, vote na MAIS OAB, nesta segunda feira.






