Archive for category Imprensa

Revista Veja nas bancas

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Carta de Aloysio Augusto Paz de Lima Martins

Aos colegas advogados do Rio de Janeiro.

Cabe-me repudiar a leviandade e a insinuação grosseira contida na  nota  publicada no Jornal EXTRA do dia 27/06/2009, no sentido de que me faltaria isenção para presidir a CAARJ, em razão de meus familiares serem acionistas minoritários de um dentre seus incontáveis credores.

Há muitos anos milito em prol da recuperação da dignidade da classe dos advogados. Como Conselheiro eleito e vice-presidente do Tribunal de Ética da OAB/RJ sempre agi com espírito público, independência e correção.

A CAARJ nunca foi e nunca será objeto de qualquer demanda pessoal apresentada ou patrocinada por mim.

Plantada com maldade e reproduzida para servir de instrumento eleitoral, editada, xerocada e distribuída no Fórum por panfleteiros profissionais pagos, a infeliz nota tem efeito reverso ao pretendido por seus mentores: mostra que a CAARJ deve a muitos e não honrou até mesmo os créditos que reconhece e confessa.

O meu compromisso de abrir a caixa preta da CAARJ certamente assusta aqueles que não tem o hábito de prestar contas e honrar seus compromissos!

Aloysio Augusto Paz de Lima Martins

Conselheiro da OAB/RJ

Candidato à Presidência da CAARJ

Chapa 33 +OAB

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Entrevista de Lauro Schuch na NET

Não perca Lauro Schuch, nosso candidato, em entrevista com Ronaldo Gomlevsky no canal 14 da NET DIGITAL.

O programa Menorah na TV vai ao ar nesta segunda-feira, dia 02, às 22h.

Confira o bate-papo, está imperdível!

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Matéria publicada no Conjur: TRF-1 mantém cargo de Tecio Lins e Silva na OAB

Veja  matéria publicada no Conjur dia 06/10/09 por Lilian Matsuura.

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região manteve a liminar que garante o mandato de Técio Lins e Silva no Conselho Federal da OAB. A Ordem tentava suspender a medida, mas o presidente do tribunal, desembargador Jirair Meguerian, entendeu que a entidade escolheu a via errada — Suspensão de Segurança — para contestar a liminar. “Segundo precedentes do Superior Tribunal de Justiça, não há que se falar em grave lesão à ordem jurídica na via estreita da suspensão de segurança, questão essa que deve ser analisada por intermédio das vias ordinárias.”

Depois de ficar dois anos no Conselho Nacional de Justiça, indicado pela própria OAB, o advogado Técio Lins e Silva teve uma surpresa quando voltou para seu cargo no Conselho Federal da Ordem: não era mais conselheiro. O Conselho, por 11 votos a 10, entendeu que, ao se licenciar para assumir o CNJ, o mandato de Lins e Silva como conselheiro na OAB havia sido extinto. O advogado pediu Mandado de Segurança na Justiça Federal e obteve liminar, no dia 29 de setembro, para voltar ao cargo.

Desta decisão, a OAB recorreu, com o argumento de que, ao conceder a liminar, o juiz Antonio Corrêa, da 9ª Vara Federal do Distrito Federal, usurpou a competência da Ordem dos Advogados e retirou a sua autonomia, “após regular tramitação de processo administrativo, cujo contraditório, devido processo legal e ampla defesa foram plenamente assegurados ao autor”. A entidade também alegou grave lesão à ordem jurídico-administrativa ao ver restabelecido “o mandato já extinto de ex-conselheiro, afastando, de consequência, outro conselheiro indicado pela própria seccional do Rio de Janeiro”.

Para o presidente do TRF-1, os argumentos não se sustentam. Cabe ao Poder Judiciário verificar a legalidade de atos administrativos, observou o desembargador em seu despacho. Para ele, se o juiz entendeu que a interpretação dada ao artigo 12 da Lei 8.906/94 (Estatuto da Advocacia), que trata dos pedidos de licença, configura abuso de poder, a via escolhida pelo Conselho Federal para suspender a liminar não foi adequada.

Para o juiz Antonio Corrêa, o Conselho deu interpretação equivocada ao artigo 66, inciso I, do Estatuto dos Advogados. Segundo o dispositivo, o mandato é extinto antes do término quando ocorrer qualquer hipótese de cancelamento de inscrição ou de licenciamento profissional. O ponto da questão está na expressão “qualquer hipótese”, disse o juiz. “O impetrante não pode ser tratado com a regra geral do artigo 12 do Estatuto. A entrega espontânea da sua carteira profissional para anotação do impedimento não pode ser elevada à confissão ou admissão de que o afastamento fora espontâneo e configurara extinção.”

Para concluir a decisão de negar o pedido de suspensão de liminar, o presidente do TRF-1 ressaltou que trata-se de questão interna do Conselho Federal da OAB e, portanto, não pode causar grave lesão à ordem pública.

Eleições 2009
Técio Lins e Silva defende que a decisão do Conselho Federal é meramente política. Para ele, o Conselho Federal está preocupado com a sucessão na OAB-RJ. As eleições acontecem em novembro. “A petição não defende o mandato. Defende a permanência do suplente, que é ligado ao presidente da OAB-RJ”, acusa o advogado. “O Conselho Federal está se metendo na política local.”

Lins e Silva reclamou que, nesta terça-feira (6/10), o suplente deu entrevista à GloboNews e na legenda da reportagem foi identificado como conselheiro federal da OAB.

Clique aqui para ler o despacho do presidente do TRF-1.

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Lauro Schuch apresenta suas propostas para a OAB/RJ no Grupo Fluminense

Matéria publicada no Jornal O Fluminense On Line dia 04/10/2009

Pela valorização do advogado na OAB-RJ.

Vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ) e candidato à presidência da entidade, o advogado Lauro Schuch visitou o Grupo Fluminense para apresentar suas propostas de campanha, sendo recebido pelo vice-presidente da empresa, Alexandre Torres. Lauro conta que a motivação para a campanha surgiu quando percebeu que as propostas assumidas na última eleição não haviam sido consumadas, conforme o acordado na aliança com o atual presidente, Wadih Damous.

“Sou neto e filho de advogados, militante e trabalho em Fórum há 35 anos, desde que entrei na faculdade. Esse histórico me faz compreender a advocacia, as dificuldades e o drama enfrentado pelos advogados e sei o que a OAB pode fazer para recuperar a autoestima do profissional. Já fui conselheiro da OAB e hoje sou vice-presidente. Por tudo isso, conheço a estrutura da OAB”, afirma Lauro Schuch.

Umas das principais propostas de Schuch é a valorização do advogado.

“A sociedade precisa entender que o advogado é imprescindível para a Justiça. Hoje, a sociedade não vê os advogados com bons olhos, mas ela precisa saber que o advogado é a representação de valores extremamente importantes para a sociedade, como a ética e os direitos humanos, a garantia de lutas pelos direitos. O advogado, por sua vez, precisa compreender suas responsabilidades e a importância de seu papel na sociedade. O advogado é um representante da população. Quando um juiz não despacha com um advogado, é a população que ele não está atendendo. Para valorizar o papel do advogado, pretendemos desenvolver uma campanha institucional”, informou o candidato.

Nessa perspectiva de valorização do advogado, Lauro Schuch acredita que a OAB-RJ precisa investir na qualificação profissional da categoria.

“A faculdade de Direito se tornou muito comercial, e as universidades hoje deixam lacunas na formação. A OAB precisa corrigir isso, oferecendo especialização aos advogados, principalmente em áreas como petróleo, ambiental, esportiva e política”, acredita o candidato.

Lauro Schuch também defende a redução da taxa de anuidade da OAB.

“Atualmente, o valor é muito alto em relação ao que é oferecido à classe. Queremos fazer uma graduação a fim de que os profissionais paguem de acordo com suas condições. Quem tem mais dificuldade, como os advogados iniciantes, pagará menos, e quem já estiver mais estabilizado, com melhores condições, pagará mais”, promete Schuch.

Em relação a subseções, o candidato propõe mudanças.

“Essa submissão das subseções é inconcebível. Por exemplo, quem sabe o que é melhor para Niterói são os advogados de Niterói. Algumas decisões têm que ser tomadas pelas subseções, que conhecem suas realidades”, defende Lauro Schuch.

Assista ao vídeo da entrevista na TV O FLU

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Processos éticos disciplinares colocados em pauta deixam de ser apreciados, porque o presidente simplesmente cancela uma sessão ordinária do Conselho da Ordem

E veja: não foi nem mesmo um adiamento, o que já o colocaria em posição desconfortável diante das declarações que deu ao jornal.
Foi o cancelamento da sessão ordinária de 17 de setembro último, feito na véspera da sua realização, que estava destinada a julgar sabe o quê? Processos ético-disciplinares.
Isso mesmo, processos administrativos que em situação semelhante a que criticamos no Judiciário, ele denunciava estarem sendo tratados com excessiva lentidão, merecendo urgente atenção e solução por parte da Seccional.
O cancelamento foi criticado por vários conselheiros, incluindo os que integram a chapa MAIS OAB.

Atitudes como essas que o presidente da OAB /RJ reiteradamente assume não dignificam o cargo, não conferem credibilidade a quem as toma, não fazem bem à imagem da Ordem, não engrandecem a advocacia e só fazem duvidar de que a classe pretenda continuar a ser representada assim nos próximos três anos.

DENÚNCIA DE JOSÉ MILHAZES E ARMANDO SOUZA, CONSELHEIROS DO TED, REALIZADA EM ABRIL DE 2009 SOBRE IRREGULARIDADES DE NOMEAÇÕES NO TED REALIZADAS PELO ATUAL PRESIDENTE.

José Luis Milhazes, conselheiro da OAB e Presidente de Turma do TED e o também Conselheiro Armando de Souza denunciaram, no início do ano, a possibilidade de nulidade de julgamentos dos processos éticos disciplinares, em razão de nomeações irregulares de advogados, realizadas pelo atual Presidente da Seccional.

Os advogados não foram eleitos e nem tiveram seus nomes aprovados pelo Conselho, na ocasião em que foram nomeados para composição das Turmas, conforme noticiado na coluna de ANNA RAMALHO, no Caderno Cidade do JB do domingo, dia 4 de outubro.

Na campanha do “vale tudo” para a reeleição, o atual Presidente provoca danosos efeitos nos julgamentos colocados em pauta na Seccional e entra em choque com as declarações que fez na imprensa.

jbcolunaannaramalho04outubro2009

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O crescimento da Chapa Mais OAB comentado por Roberto Monteiro Pinho na Tribuna Online

CHAPA “MAIS OAB” DECOLA NA CAMPANHA A SUCESSÃO NO RIO. O blog da candidatura da Chapa “Mais OAB”, liderada por Lauro Schuch, (presidente) e a advogada trabalhista, Rita Cortez (vice-presidente), garante que é hora de festejar o crescimento contínuo da campanha, e destaca o grande apoio em muitas das subseções e a decisão da oposição em caminhar unida para viabilizar o desejo da classe de ter Mais OAB, com Lauro Schuch e Rita Cortez.

No dia 15 de setembro – (terça-feira), confraternização geral no Café Etílico – Barra da Tijuca, homenagem a Cláudio Carneiro e Marlene Padilha, que vão dar Mais OAB à Barra da Tijuca, como candidatos a presidente e vice da subseção, dia 17 de setembro (quinta-feira), Restaurante Ernesto – no Largo da Lapa, comemorando a adesão dos novos advogados e cumprir nova missão de solidariedade, doando leite em pó integral ou especial, Nan 1 e Nestogeno 1 para 140 bebês de até dois anos, portadores de fissura labiopalatal.

Para a vice da chapa, Rita Cortez é importante a confraternização, para maior aproximação da classe, com as lideranças que pretendem dirigir a Ordem na próxima legislatura, para ela, os autênticos compromissos de trabalho são abraçados em momentos de descontração, onde prevalece a verdade e o respeito ao profissional, acima de tudo como ser humano, e não “simples número votante”. O “advogado não pode ser levado por informações incipientes e despidas de autenticidade”, alerta a dirigente.

FESTIVAL DE IRREGULARIDADES PODE COMPLICAR A ELEIÇÃO DA OAB-RJ – Do jeito que anda a disputa eletiva na Seccional da Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro, seus ingredientes sinalizam para a anulação do próximo pleito, isso porque a chapa situacionista liderada pelo atual presidente Wadih Damous, vem recebendo uma série de denuncias de seus opositores e do seu principal rival, o advogado Lauro Schuch, quanto ao uso da máquina operacional e administrativa da Ordem, o que é vedado pelo Estatuto da instituição, e constitui se provado de fato, uma nulidade na postulação a sua reeleição.

As denuncias, inclusive com os números dos processos movidos contra seu opositor, estão publicados no blog da chapa “Mais OAB”, liderada pelo advogado Lauro Schuch, são a utilização do espaço publicitário e de matérias sobre a campanha da chapa situacionista, o monopólio da listagem de associados, que ainda não foi liberado para aos seus opositores, entre outras irregularidades. Se isso for provado em uma das ações, é possível que a chapa liderada por Wadih seja afastada da disputa. Apesar dos percalços a campanha continua sendo levada com afinco por seus integrantes, que apostam nos números das pesquisas de opinião, que segundo informação do seu Blog, lideram a pesquisa de votos, muito embora seja esta informação de dois meses (julho), quando foi iniciada a corrida à sucessão a OAB-RJ.

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Roberto Monteiro Pinho fala sobre o crescimento da Chapa Mais OAB na Tribuna On Line

ELEIÇÃO NA OAB/RJ: CHAPA “MAIS OAB” CRESCE EM TODO RIO DE JANEIRO – Após ter lançado o programa da chapa “MAIS OAB”, com o projeto “Anuidade Zero”, no bojo da campanha a sucessão na Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro, outra peça de divulgação, a “Carta Aberta à Advocacia”, vem sensibilizando a classe, da necessidade de defender o prestigio dos advogados, e a entidade estar sempre presente em defesa do associado sempre que necessário, garantindo o livre exercício da sua prerrogativa constitucional. Há pouco mais de três meses para a realização das eleições na OAB/RJ, Lauro Schuch e Wadih Damous polarizam as atenções para os programas de campanha, onde de acordo com a tendência eleitoral, são eleitos candidatos que se identificam com as necessidades prementes dos associados, e segundo se pode avaliar o candidato oposicionista da chapa “Mais OAB”, é de perfil mais próximo dos eleitores.

LIMINAR PROIBE USO DA MÁQUINA NA CAMPANHA PELA PRESIDENCIA DA OAB/RJ – Wadih não pode usar a estrutura do OAB/RJ para sua campanha. A proibição foi alcançada pela liminar do juiz Fabio César dos Santos Oliveira, concedida ao advogado Lauro Schuch, atual vice-presidente da OAB-RJ e candidato da chapa “Mais OAB”, que pediu antecipação dos efeitos da tutela para que Wadih Damous se abstenha de qualquer forma de propaganda exibindo seu nome nos órgãos de divulgação institucional da Ordem no Rio de Janeiro. O juiz federal cita o Regulamento do Estatuto da Advocacia e da OAB, segundo o qual é “vedada à prática de atos que visem à exclusiva promoção pessoal de candidatos”, sob risco de perda de registro da chapa. Sustenta o magistrado que a gestão da OAB-RJ, “não se exaure na figura de seu presidente, o qual não deve se valer de meio de comunicação institucional para ter vinculado exclusivamente a si os progressos que repute existentes enquanto exerce as atividades de direção”.
Citando a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral, que considera “inconcebível a utilização da máquina administrativa com finalidade eleitoral, desvirtuando o próprio sistema e violando o princípio democrático”, o juiz da 3ª Vara Federal do Rio considera que “a reserva de espaço próprio” por Wadih Damous nos veículos oficiais da OAB, “excede o intuito publicitário e, no âmbito admissível à cognição primária, representa vantagem desproporcional perante os demais candidatos”. Com base em diretrizes adotadas pelo TSE, o juiz Fabio César dos Santos Oliveira concedeu a tutela de urgência, “sobretudo pela veiculação com fotos de um dos candidatos, em periódico distribuído gratuitamente à categoria dos advogados, em detrimento dos demais concorrentes”.

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Informe Mais OAB publicado no jornal O Globo

Informe

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Dia do advogado solidário

Lauro Schuch promoveu o dia do advogado com um ato de cidadania. Na manhã do dia 11 de agosto, amigos da chapa Mais OAB compareceram ao HemoRio para doação de sangue coletiva. Eles trocaram o tradicional pendura pela solidariedade a uma instituição que atende cerca de 200 unidades de saúde no Estado e está com dificuldades de abastecimento.

O HemoRio fica na Rua Frei Caneca, 8 - Centro - Rio de Janeiro

 

Saiu na imprensa:

Jornal do Brasil - Coluna de Anna Ramalho - 11 de agosto de 2009

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O Globo - Segundo Caderno - Curtinhas - 11 de agosto de 2009

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