Archive for category Opinião

A diferença entre hesitar e exitar

São palavras homófonas, sabemos todos. Quando a gente fala, elas soam idênticas. Quando a gente escreve, tem significados inteiramente diferentes. HESITAR é ficar em dúvida, estar indeciso, um sentimento absolutamente natural do ser humano. Já EXITAR é vencer, alcançar o objetivo, conseguir o melhor entre todas as alternativas para si ou para os seus.

Portanto amigo você que ainda está na dúvida, NÂO HESITE, EXITE. VOTE NA CHAPA DE LAURO E RITA. VOTE 33, NA CHAPA MAIS OAB.

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Carta de Lauro e Rita aos Advogados

NEGAR OU ADMITIR. TERGIVERSAR, JAMAIS!

A eleição na OAB-RJ nos permite discutir idéias, compromissos e, principalmente, condutas. Credibilidade e confiança nos candidatos à Presidência da Seccional são requisitos indispensáveis.

Como candidatos de oposição temos o dever de apresentar fatos verdadeiros e documentos incontestáveis que versem sobre determinados comportamentos que a advocacia rejeita.

A dívida que deixa a CAARJ e a própria OAB-RJ em estado de falência, mostrada no balanço publicado pela própria Tribuna; a não prestação de contas de um FGTS e a condenação judicial do candidato à reeleição estão documentadas em processo transitado em julgado. A hospedagem de uma viagem a Lisboa e a Paris do Presidente e do seu tesoureiro (hoje seu candidato a Vice) e respectivas acompanhantes, foi estampada em fatura paga pela OAB, o mesmo ocorrendo com passagem para deputada do PCdoB, sem qualquer motivo aparente.

São fatos que não foram negados e documentos, em contrário, não foram apresentados.

Diante de tanta evidência o atual Presidente da OAB tergiversa. Procura se transformar em vítima. Joga uma cortina de fumaça ao distorcido modelo de gestão que adota, situação que criticamos e denunciamos desde o início da nossa campanha e que causou a divisão existente, hoje, no conselho.

O candidato à reeleição, em resposta aos desvios denunciados, procura se justificar na ocorrência de um pretenso acirramento de ânimos no processo de disputa que estaria por degradar o nível da campanha eleitoral.

Colegas. Não estamos participando e concorrendo com a CHAPA MAIS OAB numa eleição qualquer. Numa entidade de representação cuja atividade política se restringe meramente a defesa de interesses dos advogados como classe, ainda que sejam primordiais.

O melhor programa ou projeto para OAB de nada valem se não temos a frente da nossa instituição advogados dignos de ocuparem cargos de relevância, com tradição na advocacia e que possam, principalmente, serem respeitados pela classe e pela sociedade.

O Presidente não é vítima. Os advogados e a OAB-RJ é que podem ser vítimas, se a escolha recair em quem não está a altura da obrigação de espelhar a grandiosidade da nossa instituição.

É hora de mudar.

Nossa característica, como advogados, é ter espírito crítico. Devemos agir com transparência, apresentando fatos que põem em cheque condutas e comportamentos até porque não podemos deixar que a imagem da OAB-RJ seja maculada e, junto com ela, a de todos nós, advogados.

No dia 16 de novembro, nesta segunda-feira, faça a melhor opção. VOTE 33.

LAURO SCHUCH Presidente e RITA CORTEZ Vice.

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Carta aberta de Duval Vianna ao presidente da OAB/RJ

“É possível enganar algumas pessoas todo o tempo; é também possível enganar todas as pessoas por algum tempo; o que não é possível é enganar todas as pessoas todo o tempo”” (Abraham Lincoln)

 

Senhor Wadih Damous,

Tomei conhecimento de virulento ataque à minha pessoa, num panfleto intitulado boletim de campanha da NovaOab, que vem sendo distribuído à porta dos tribunais desde o dia 29 de outubro, tentando rebater as denúncias feitas pela Chapa 33 Mais OAB sobre a insolvência da Caarj; a alienação do plano de saúde; a entrega das livrarias a preço de banana; a deterioração das contas da OAB/RJ, etc.

O indigitado boletim de campanha afirma que, na presidência da Caarj, eu teria fechado vários Cepros e, por não concordar com a entrega do plano de saúde à Unimed, teria sido “defenestrado” da presidência.

Há exatos três anos, quando participávamos da campanha que nos levou à vitória na OAB/RJ e na Caarj, nunca poderia imaginar que hoje seria desrespeitado por um velho companheiro que, então, me pediu “pela nossa amizade para aceitar a candidatura à presidência da Caarj, afirmando que o meu nome seria o único capaz de unir todas as correntes que integravam aquela chapa.

Realmente, não poderia conceber, jamais, que o nosso fraterno relacionamento, fundado na árdua batalha à frente do Sindicato dos Advogados para a retomada da OAB/RJ e para a recuperação da Caarj e do seu plano de saúde (se está esquecido de nossas promessas de campanha, releia os boletins da época) terminaria no momento em que você resolve descumprir os compromissos assumidos, talvez fascinado pelo poder, para concretizar projetos políticos pessoais que passam bem longe dos interesses dos advogados.

Não vou, aqui, polemizar a respeito das questões que são objeto do malfadado boletim de campanha, pois serão convenientemente tratadas pela Chapa 33 Mais OAB, liderada por Lauro Schuch, como, por exemplo, a decisão de entregar as livrarias da Caarj a um concorrente, que despediu toda a equipe de vendas, formada durante anos, treinada para atender os advogados de maneira diferenciada, cedendo o nome comercial da Livraria Caarj, os pontos comerciais e as lojas de propriedade da Caarj por um preço simbólico, permitindo que as lojas com menor faturamento, como Petrópolis e Nova Friburgo, venham a fechar em prejuízo dos advogados.

O objetivo desta carta aberta é dizer a você (que nunca se interessou em ler os relatórios enviados), bem como tornar público que, durante a minha gestão na Caarj, um único centro médico foi fechado, em Campos, por falta de procura dos advogados, que eram atendidos pelo sistema público satisfatoriamente. No período jan/jul/2007, mês do fechamento, a média de consultas foi de 41,5/mês, com um resultado negativo no exercício de 2.007 de 227.000,00. O fechamento do centro foi objeto de comunicação prévia ao presidente da sub-seção, que compreendeu as razões da decisão tomada.

Por outro lado, no dia 6 de março de 2008, durante a sessão do Conselho, após enumerar as razões pelas quais não recomendava a entrega do plano à Unimed, que levou o ativo e nos deixou o passivo, tornei pública a minha recusa em assinar o contrato.

Apesar do apoio que recebi de vários conselheiros, a entrega do plano foi deliberada e, no dia 12 de março, renunciei ao cargo. Devo ressaltar que a maior parte das minhas previsões a respeito desta alienação está sendo confirmada.

As palavras supostamente ditas pelo presidente da sub-seção de Campo Grande, transcritas no malsinado boletim de campanha, não se referiram ao fechamento do centro médico ali existente. Relatam o inconformismo daquele dirigente contra a reformulação levada a efeito pela gerência médica da Caarj, remanejando médicos que pouco produziam em razão da baixa procura. A aplicação de critérios técnicos ao funcionamento do centro médico revoltou aquele dirigente, quando pretendeu que prevalecessem seus interesses políticos, no que foi apoiado por você, aparentemente esquecido de que uma das nossas promessas eleitorais foi gerir a Caarj de forma profissional, sem permitir interferências políticas ou atender a interesses pessoais.

Através dos comunicados da Chapa 33 Mais OAB, já estão sendo conhecidas pela nossa classe as condições em que você obteve o assentimento da maioria do Conselho para entregar o plano de saúde à Unimed e as consequências desta decisão, pelo que esta carta aberta se limitará a repudiar os ataques pessoais sofridos e anunciar que serão objeto de reparação por via judicial.

Espero que você tenha a coragem de assumir a autoria ou a responsabilidade pelos ataques à minha honra e a meu nome, em resposta à notificação que lhe está sendo enviada, como preparatória à ação judicial a ser proposta.

Assim, estaremos novamente no tribunal, não como da última vez, quando fui seu advogado.

Desta vez, estaremos em lado opostos.

Duval Vianna

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Lauro não mente e prova o que diz

Em ato de desespero, que comprova a dianteira da Mais OAB na preferência do eleitor, Wadih ataca com baixarias e mentiras, sem explicar seus atos. Wadih foi condenado por não prestar contas do dinheiro que recebeu de um cliente. A sentença transitou em julgado e isentou a Caixa Econômica Federal de qualquer responsabilidade. Basta ler e ver quem diz a verdade.

A Caarj deve mais de R$ 112.000.000,00 e isso está expresso em seu balanço. A transferência do Plano de Saúde foi considerada pela ANS como venda de carteira, operação que a instituição define como irregular e que, por isso mesmo, gerou multas. Esse fato foi provado por Lauro, através de documentos obtidos junto à própria ANS. Veja no site – www.maisoab.com.br - e conclua com quem está a verdade.

A OAB deve mais de R$ 27.000.000,00 e isso também foi provado por Lauro, com base em documentos. Os funcionários da Seccional correm o risco de não receber seus salários e já estão descobertos no plano de saúde, porque a OAB não faz o repasse à Unimed dos valores devidos, há mais de dois meses. Pergunte a qualquer funcionário e certifiquei-se da verdade dessa informação.

Para tentar cobrir parte do monstruoso deficit da sua má gestão, Wadih negociou o terreno pertencente à Caarj, na Praça 11, por R$ 1.500.000,00, quando sabe-se que esse imóvel vale, pelo menos, R$ 7.000.000,00. Essa venda não foi submetida ao Conselho nem à classe e, certamente, Wadih dirá que é baixaria da oposição.

Os fatos são esses e cabe a você julgar se a OAB pode ter um presidente que não presta contas do que faz, que leva a entidade à falência e que vende o patrimônio dos advogados de forma escamoteada e ilegal.

Por tudo isso, Lauro, assumindo a defesa da classe, é oposição.

Grave não é deixar a situação, que mente e trai, para ser oposição. Grave é ter sido oposição, como foi Wadih, e, ao ser situação, fazer tudo pior do que aquilo que criticava. E quer continuar.
É preciso, em nome da ética e da dignidade da advocacia, parar Wadih. Dia 16, vote Não à traição e às mentiras da situação.

Vote no seu futuro. Vote Mais OAB.

PARA REFUTAR TENTATIVAS DE DESPISTE COM VERDADES, VEJA ESTE DOCUMENTO E OS TRECHOS QUE SELECIONAMOS PARA VOCÊ CONSULTAR O ESSENCIAL.

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Ordem Pública é debatida na Barra

Nosso candidato Lauro Schuch participou do Seminário das Associações da Barra e Adjacências, juntamente com outros nomes, para discutir a questão da Ordem Pública no bairro e adjacências.

Lauro falou das dificuldades que a Barra enfrenta e das soluções para sanar os problemas.

Confira detalhes AQUI

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Entrevista de Lauro Schuch na NET

Não perca Lauro Schuch, nosso candidato, em entrevista com Ronaldo Gomlevsky no canal 14 da NET DIGITAL.

O programa Menorah na TV vai ao ar nesta segunda-feira, dia 02, às 22h.

Confira o bate-papo, está imperdível!

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Lauro Schuch apresenta suas propostas para OAB/RJ no CONJUR

A revista Consultor Jurídico abriu suas páginas para que candidatos às eleições da OAB, de todo o país, divulguem suas propostas de gestão. Veja as propostas apresentadas por Lauro Schuch no Conjur no dia 21 de outubro de 2009.

Sou candidato à presidência da OAB-RJ pela chapa “Mais OAB” porque, junto com tantos outros dignos e militantes advogados, defendemos a sadia alternância no comando da Ordem, como forma de manter a dinâmica de suas lutas e constante renovação.

No Rio de Janeiro, atualmente, a OAB-RJ tem os seus destinos ditados por um presidente que se afastou dos compromissos assumidos com a classe que o elegeu; compromissos esses que, perante Nilo Batista e tantos combativos advogados que sempre me apoiaram, repelia a reeleição. Para o comando atual, mais importante que a preservação de valores democráticos históricos sustentados pela Ordem dos Advogados do Brasil, como a alternância no poder, é o continuísmo a qualquer custo.

Faço parte da gestão atual da OAB-RJ, que assumiu essa responsabilidade embalada por um forte desejo de mudança em busca do novo. Não me contento com o que foi conquistado, pois, ante a confiança e expectativas depositadas pela classe na última eleição, e das justas demandas da classe, muito mais há por fazer. Uma instituição que incorpora aos seus quadros todo ano cerca de cinco mil novos advogados não pode perder sua energia e vitalidade.

Nossas prioridades serão tratar das questões que hoje mais perturbam a advocacia. Primeiro as prerrogativas, que continuam sendo desrespeitadas. Lutei pessoalmente pelo fim da revista discriminatória dos advogados no Fórum do Rio, tive reuniões com a direção do Tribunal de Justiça do Estado, mas isso não é suficiente. O fim da catraca no Fórum do Rio parece uma grande conquista, mas na verdade é apenas mais um direito dos advogados. Continuam intactos os muros que afastam os advogados do sistema no qual ele é agente indispensável.

No dia a dia o advogado continua enfrentando outras sérias barreiras no exercício da sua atividade e a OAB-RJ ainda não dá a isto a devida importância. Precisamos fazer com que todos os setores que atuam nesse cenário do Direito compreendam o papel do advogado, que não pode ser desrespeitado como cotidianamente vem sendo, em inaceitável violação da lei e em afronta ao cidadão que tem no advogado seu representante perante o Poder Judiciário e demais autoridades públicas e seus agentes.

A Ordem não está aparelhada de forma adequada para prestar atendimento à classe, quando da violação de suas prerrogativas, prontamente e com eficácia. Ou seja, não basta apenas a propaganda da candidatura oficial. A realidade que nós advogados vivemos — eu pessoalmente há mais de 30 anos — não se reflete nesse discurso. Muitos juízes não nos atendem; isso é lamentável e prejudicial à boa jurisdição. A Justiça não vai funcionar bem se não contar com a contribuição da advocacia.

Outro cuidado especial será com o valor da anuidade cobrada pela OAB-RJ, que continua sendo uma das mais altas do país. A esse respeito nossa meta é clara: Reduzir a anuidade e implantar o projeto de anuidade zero! Já temos implantar isso, como expressão da sensibilidade e criatividade do nosso grupo, que pensa nos problemas da advocacia e encontra soluções óbvias e fáceis de serem executadas.

Outra prioridade é promover iniciativas, sobretudo qualificação através da ESA, visando abrir novos mercados para advogados iniciantes, especialmente na área de petróleo e gás, meio ambiente, direito desportivo, eleitoral e outros campos onde ainda há necessidade de profissionais que a Ordem poderia qualificar e orientar.

A Caixa de Assistência dos Advogados do Rio de Janeiro foi sucateada e terceirizada. Nossa visão é de uma CAARJ restabelecida para a assistência à advocacia, para que o profissional sujeito a qualquer infortúnio nela encontre amparo e solidariedade.

Com relação ao plano de saúde, no convênio com a Unimed, assinado sem a devida transparência no Conselho Seccional, o advogado é tratado como um cliente como outro qualquer. Tal convênio não corresponde à força de uma carteira com 55 mil vidas. Precisamos ter um tratamento diferenciado. Qualquer outro plano de saúde estaria dando ao advogado, além de preços menores, um atendimento VIP, com call center dentro da própria CAARJ para garantir o pronto atendimento, para que os advogados não entrem em filas ou fiquem penando com guias nas mãos.

Quando o atual presidente tomou posse a CAARJ tinha uma dívida em torno de R$ 40 milhões. Cerca de R$ 15 milhões foram pagos, e hoje a CAARJ está devendo mais de R$ 70 milhões. Logo, ainda não foi saneada, como apregoa a propaganda oficial. Precisamos tratar disso com verdadeira transparência e responsabilidade, o que nos obriga a fazer uma rigorosa auditoria.

Em suas lutas, através da OAB, bravos e destemidos advogados deram históricas contribuições ao país, destacando-se a defesa da democracia e da dignidade humana durante o regime de exceção; a luta pela anistia; pelas diretas já; pela instalação de uma assembléia nacional constituinte, dentre tantas outras.

Através da OAB, é preciso também valorizar a advocacia e os advogados. A Ordem deve constituir a trincheira do cidadão e a vanguarda do Direito, valorizando e defendendo o advogado como agente indispensável à boa administração de justiça.

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Natal sem alvará

SALA COFRE DEIXA O COFRE DO ADVOGADO VAZIO

A Justiça do Trabalho vai parar por uma semana gerando grandes prejuízos para todos os advogados trabalhistas.

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Advogados são essenciais para a democracia

Os advogados são essenciais a distribuição de Justiça e a consolidação do processo democrático, sem as quais não pode haver cidadania, progresso, desenvolvimento.
Por isso mesmo, causou estranheza a declaração infeliz do presidente Lula no jornal “O GLOBO” que ao relatar uma experiência pessoal com um advogado desrespeitou toda a nossa classe.
No seu relato, o Presidente afirmou que esse advogado tentou “ficar” com 20% da sua indenização quando perdeu o dedo na década de 60.
Apesar do seu passado como operário, o Presidente deve ter esquecido que esses 20% deve ter sido certamente a remuneração prevista pela própria OAB pelo trabalho desenvolvido por aquele advogado que, ao que tudo indica, obteve sucesso ao condenar aquele que lhe tirou o dedo a pagar uma indenização.
Uma declaração dessa natureza feita pelo Presidente da República, passa a ideia de uma profissão totalmente exercida por indivíduos mal intencionados, sempre prontos a se aproveitar da ingenuidade ou da ignorância das pessoas para obter vantagens pessoais.
No entanto, como advogados que somos, não podemos deixar de emitir esse desagravo à classe, que tantas figuras notáveis já concedeu ao País, às quais todos nós, incluindo o presidente, devemos inúmeras conquistas e continuamos a dever o nosso reconhecimento e a nossa gratidão.

RESPOSTA DA CHAPA MAIS OAB PUBLICADA NO JORNAL O GLOBO

PRESIDENTE LULA, MERECEMOS RESPEITO!

Presidente Lula, o Sr. foi no mínimo infeliz na forma como criticou os advogados,contrapondo-os aos defensores públicos. Infeliz porque, graças à repercussão natural dos comentários de um Presidente da República, deu margem à generalização de uma imagem negativa e distorcida de uma categoria a quem o Sr. pessoalmente, sua família, seu partido, os sindicatos e a própria sociedade brasileira tanto devem. Aquele modesto advogado que o procurou oferecendo-se para ajudá-lo na busca da indenização pela perda de um dedo é a expressão viva de uma classe que trabalha duro para sobreviver. Ele estava cobrando a remuneração que a lei garante. Infelizmente, ele disputa um mercado aviltado pela profusão dos cursos de Direito que os sucessivos governos permitiram. Mas este humilde advogado de porta de fábrica merece o mesmo respeito, porque integra uma categoria que o ajudou, Presidente, a garantir os direitos obtidos em dissídios coletivos; que o tiraram da cadeia e o livraram da tortura; que o ajudou a obter aposentadoria especial por perseguição política. Foi esta categoria, Sr. Presidente que, através da Ordem dos Advogados do Brasil, liderou o movimento pela democracia, libertou inocentes dos porões da ditadura, lutou pela anistia política e encabeçou o impeachment de um ex-presidente acusado de corrupção. Essa mesma categoria, por lei, é considerada essencial à prestação da Justiça. A ética na advocacia e a qualificação do mercado de trabalho devem ser continuamente zeladas pela OAB. Mas, nem mesmo uma eventual conduta antiética de algum profissional deve ser rotulada negativamente de forma tão infeliz por ninguém, muito menos por um Presidente da República que, ao longo de toda carreira como sindicalista e político, teve sempre ao lado algum advogado para zelar por seus justos interesses.

Nós, advogados brasileiros, merecemos respeito!

Lauro Schuch é advogado e líder do movimento MAIS OAB

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Mais mulheres na OAB

Dizem que mulher não vota em mulher. A expressão talvez seja fruto de quem pensa que não precisamos votar em mulheres, porque, afinal de contas, o que realmente importa é que nossas aspirações sejam contempladas e que os nossas metas de igualdade social sejam alcançadas, independentemente de quem nos represente.

Nós, da MAIS OAB, não concordamos com este pensamento.

São inegáveis as conquistas que as mulheres vêm obtendo nos últimos tempos, passando a ocupar o lugar de destaque que nos cabe em praticamente todos os setores de atividade humana.

COM MIRTES CAMPOS, em 1906, NÓS CONQUISTAMOS O DIREITO DE ADVOGAR

Esses avanços serviram para demonstrar que, na grande maioria dos casos, o gênero não pode ser determinante quanto à capacidade desta ou daquela pessoa para preencher esta ou aquela função, e sim a aptidão, a competência, o talento. No meio jurídico e na política nacional os exemplos, hoje, são incontáveis.

Apesar do muito que a mulher conseguiu avançar, reduzindo os espaços do preconceito e da discriminação, ainda há muito a fazer em termos de igualdade de direitos e oportunidades.

Não foi por acaso que a chapa Mais OAB escolheu uma mulher para ocupar a vice-presidência e agregou várias advogadas com efetiva representação perante a classe. Isso reflete, com exatidão, tudo o que defendemos com respeito à participação crescente da mulher na vida nacional.

NÓS MULHERES COM DESTAQUE NA MAIS OAB.

Além das questões que são comuns a advogados e advogadas, nós da MAIS OAB tendo como candidata à vice-presidência nossa colega, a advogada Rita Cortez, vamos cuidar dos temas que nos dizem respeito diretamente. Com o apoio da Mais OAB, nós nos sentiremos motivadas e incentivadas a participar de atividades do interesse da classe e da sociedade, num amplo sentido. Como as ações pela cidadania, em defesa do meio ambiente, da qualidade do ensino jurídico, da ética na vida pública, da igualdade racial e de gênero, violência doméstica, alienação parental, aborto, e todas as demais iniciativas em que a nossa sensibilidade aguçada, nosso senso de organização, nossa determinação e espírito sempre guerreiro têm demonstrado ser de extrema relevância.

SE DEMONSTRAMOS IGUALDADE QUANTO À COMPETÊNCIA TEMOS QUE TER IGUALDADE DE DIREITOS E OPORTUNIDADES.

Vamos exercer completa vigilância sobre atitudes discriminatórias, além de reivindicar que seja franqueado às mulheres o acesso a cargos de projeção, competindo em igualdade de condições com os homens e em processos de avaliação de competências, buscando impedir que as mulheres sejam preteridas sob alegações de qualquer natureza e tenham remuneração não condizente com sua capacidade de atuação.

SOMOS MAIORIA NA ÁREA DO DIREITO.

POR QUE, ENTÃO SOMOS MINORIA ABSOLUTA NA COMPOSIÇÃO DO CONSELHO DA SECCIONAL E DE OUTROS SETORES DA ORDEM?

Esta é outra bandeira que nos cabe empunhar na Mais OAB. E vamos fazer isso, corrigindo o flagrante desequilíbrio nessa proporcionalidade. Vamos revitalizar e dar destaque à Comissão da OAB/Mulher que deverá estar empenhada, principalmente, na inserção das advogadas e das estagiárias nas políticas geradas pela Seccional e pelas Subseções, em todos os âmbitos. Não só isto. Vamos manter as atividades tradicionais, como promover cursos, realizar conferências, congressos, simpósios, debates e ciclos de estudos, e elaborar teses sobre o direito da mulher, expressos nas legislações nacionais e internacionais.

MAIS OAB COM MAIS PRESENÇA DE NÓS MULHERES EM TODAS AS QUESTÕES LIGADAS À ADVOCACIA.

Esta é a nossa meta. Venha você, também, advogada e estagiária, a nos acompanhar nessa empreitada e enfrentar o desafio de ter uma OAB efetivamente preocupada em contemplar todos os segmentos da advocacia no Rio de Janeiro e que saiba entender, com muito MAIS sensibilidade e conhecimento de causa, as nossas diferenças. Apoie a MAIS OAB.
Vote em LAURO SCHUCH, para Presidente e vote na advogada RITA CORTEZ para a Vice Presidência.

CANDIDATAS DA MAIS OAB NA SECCIONAL E NAS SUBSEÇÕES:

Alessandra Lelis Muniz
Angela Carolina De Alvarenga Da Silva
Aurélia de Oliveira Pimenta
Beatriz Abraão de Oliveira
Carla Renata Pinto Magalhães
Carolyne Albernard
Catarina Da Silva Couto Dionísio Cid
Cistiane Cardoso Lopes Mançano
Cristina De Fátima Barbosa
Daniela Muniz Bezerra
Débora Batista Martins
Eliane de Vasconcellos Santos da Costa
Elisa De Souza
Elisabete Gasiglia De Queiroz
Fabricia Alves Cardoso
Fátima Rangel dos Santos Assis
Gracia Monte Barradas
Jane Vanele de Carvalho Costa
Jania Márcia Teixeira Rodrigues
Julia Hissa Ribeiro Da Fonseca
Káthia Mattos Kozlowski
Kátia Farhan Boaventura
Lia Pellon
Lucia Dalva Moreira de Souza
Ludmila Shargel Maia
Magna Correa de Lima Duarte
Mara de Fátima Hofans
Márcia Barbosa Soares
Márcia Dinis
Maria Do Carmo Penha Da Silva
Marlene Padilha
Moema Baptista
Monalisa Costa e Silva
Monyk Cristina Carvalho De Bastos Dos Santos
Nisia Maria Fernandes De Alcantara
Raimunda Do Monte Machado Rodrigues
Rose Berardinelli
Sonia Regina Martins
Tânia Padilha
Valeria Perez Lira
Valéria Tavares de Santanna
Victória Amália de Barros Sulocki

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