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Mais de 400 pessoas desfilam pela orla de Ipanema os ideais da advocacia

Até o tempo fez seu abre-alas espantando as nuvens para ensolarar o domingo da Mais OAB na caminhada da praia de Ipanema. Uma caminhada que fechou, em alto estilo, os atos de campanha dos que sonham com novos rumos na Seccional RJ. Os muitos passos que antecederam esse último ato antes da eleição criaram a Onda Mais OAB e o grande crescimento da Chapa que vocaliza e melhor representa os anseios da classe.
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As imagens são inequívocas. Demonstram, com a força da realidade e da representatividade dos advogados presentes, que a advocacia pode ter Mais OAB a partir de 16 de novembro. Esse sonho está em nossas mãos. Na ponta dos dedos que vão digitar o futuro da nossa entidade.

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A diferença entre hesitar e exitar

São palavras homófonas, sabemos todos. Quando a gente fala, elas soam idênticas. Quando a gente escreve, tem significados inteiramente diferentes. HESITAR é ficar em dúvida, estar indeciso, um sentimento absolutamente natural do ser humano. Já EXITAR é vencer, alcançar o objetivo, conseguir o melhor entre todas as alternativas para si ou para os seus.

Portanto amigo você que ainda está na dúvida, NÂO HESITE, EXITE. VOTE NA CHAPA DE LAURO E RITA. VOTE 33, NA CHAPA MAIS OAB.

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A Caminhada Mais OAB em Ipanema foi um grande sucesso

Cerca de 400 pessoas participaram em clima de festa e alegria de mais um grande evento da nossa chapa. Esta bela confraternização foi animada por uma banda que abrilhantou ainda mais a caminhada.

É a Chapa Mais OAB caminhando para a vitória!

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Carta de Lauro e Rita aos Advogados

NEGAR OU ADMITIR. TERGIVERSAR, JAMAIS!

A eleição na OAB-RJ nos permite discutir idéias, compromissos e, principalmente, condutas. Credibilidade e confiança nos candidatos à Presidência da Seccional são requisitos indispensáveis.

Como candidatos de oposição temos o dever de apresentar fatos verdadeiros e documentos incontestáveis que versem sobre determinados comportamentos que a advocacia rejeita.

A dívida que deixa a CAARJ e a própria OAB-RJ em estado de falência, mostrada no balanço publicado pela própria Tribuna; a não prestação de contas de um FGTS e a condenação judicial do candidato à reeleição estão documentadas em processo transitado em julgado. A hospedagem de uma viagem a Lisboa e a Paris do Presidente e do seu tesoureiro (hoje seu candidato a Vice) e respectivas acompanhantes, foi estampada em fatura paga pela OAB, o mesmo ocorrendo com passagem para deputada do PCdoB, sem qualquer motivo aparente.

São fatos que não foram negados e documentos, em contrário, não foram apresentados.

Diante de tanta evidência o atual Presidente da OAB tergiversa. Procura se transformar em vítima. Joga uma cortina de fumaça ao distorcido modelo de gestão que adota, situação que criticamos e denunciamos desde o início da nossa campanha e que causou a divisão existente, hoje, no conselho.

O candidato à reeleição, em resposta aos desvios denunciados, procura se justificar na ocorrência de um pretenso acirramento de ânimos no processo de disputa que estaria por degradar o nível da campanha eleitoral.

Colegas. Não estamos participando e concorrendo com a CHAPA MAIS OAB numa eleição qualquer. Numa entidade de representação cuja atividade política se restringe meramente a defesa de interesses dos advogados como classe, ainda que sejam primordiais.

O melhor programa ou projeto para OAB de nada valem se não temos a frente da nossa instituição advogados dignos de ocuparem cargos de relevância, com tradição na advocacia e que possam, principalmente, serem respeitados pela classe e pela sociedade.

O Presidente não é vítima. Os advogados e a OAB-RJ é que podem ser vítimas, se a escolha recair em quem não está a altura da obrigação de espelhar a grandiosidade da nossa instituição.

É hora de mudar.

Nossa característica, como advogados, é ter espírito crítico. Devemos agir com transparência, apresentando fatos que põem em cheque condutas e comportamentos até porque não podemos deixar que a imagem da OAB-RJ seja maculada e, junto com ela, a de todos nós, advogados.

No dia 16 de novembro, nesta segunda-feira, faça a melhor opção. VOTE 33.

LAURO SCHUCH Presidente e RITA CORTEZ Vice.

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Carta aberta de Duval Vianna ao presidente da OAB/RJ

“É possível enganar algumas pessoas todo o tempo; é também possível enganar todas as pessoas por algum tempo; o que não é possível é enganar todas as pessoas todo o tempo”” (Abraham Lincoln)

 

Senhor Wadih Damous,

Tomei conhecimento de virulento ataque à minha pessoa, num panfleto intitulado boletim de campanha da NovaOab, que vem sendo distribuído à porta dos tribunais desde o dia 29 de outubro, tentando rebater as denúncias feitas pela Chapa 33 Mais OAB sobre a insolvência da Caarj; a alienação do plano de saúde; a entrega das livrarias a preço de banana; a deterioração das contas da OAB/RJ, etc.

O indigitado boletim de campanha afirma que, na presidência da Caarj, eu teria fechado vários Cepros e, por não concordar com a entrega do plano de saúde à Unimed, teria sido “defenestrado” da presidência.

Há exatos três anos, quando participávamos da campanha que nos levou à vitória na OAB/RJ e na Caarj, nunca poderia imaginar que hoje seria desrespeitado por um velho companheiro que, então, me pediu “pela nossa amizade para aceitar a candidatura à presidência da Caarj, afirmando que o meu nome seria o único capaz de unir todas as correntes que integravam aquela chapa.

Realmente, não poderia conceber, jamais, que o nosso fraterno relacionamento, fundado na árdua batalha à frente do Sindicato dos Advogados para a retomada da OAB/RJ e para a recuperação da Caarj e do seu plano de saúde (se está esquecido de nossas promessas de campanha, releia os boletins da época) terminaria no momento em que você resolve descumprir os compromissos assumidos, talvez fascinado pelo poder, para concretizar projetos políticos pessoais que passam bem longe dos interesses dos advogados.

Não vou, aqui, polemizar a respeito das questões que são objeto do malfadado boletim de campanha, pois serão convenientemente tratadas pela Chapa 33 Mais OAB, liderada por Lauro Schuch, como, por exemplo, a decisão de entregar as livrarias da Caarj a um concorrente, que despediu toda a equipe de vendas, formada durante anos, treinada para atender os advogados de maneira diferenciada, cedendo o nome comercial da Livraria Caarj, os pontos comerciais e as lojas de propriedade da Caarj por um preço simbólico, permitindo que as lojas com menor faturamento, como Petrópolis e Nova Friburgo, venham a fechar em prejuízo dos advogados.

O objetivo desta carta aberta é dizer a você (que nunca se interessou em ler os relatórios enviados), bem como tornar público que, durante a minha gestão na Caarj, um único centro médico foi fechado, em Campos, por falta de procura dos advogados, que eram atendidos pelo sistema público satisfatoriamente. No período jan/jul/2007, mês do fechamento, a média de consultas foi de 41,5/mês, com um resultado negativo no exercício de 2.007 de 227.000,00. O fechamento do centro foi objeto de comunicação prévia ao presidente da sub-seção, que compreendeu as razões da decisão tomada.

Por outro lado, no dia 6 de março de 2008, durante a sessão do Conselho, após enumerar as razões pelas quais não recomendava a entrega do plano à Unimed, que levou o ativo e nos deixou o passivo, tornei pública a minha recusa em assinar o contrato.

Apesar do apoio que recebi de vários conselheiros, a entrega do plano foi deliberada e, no dia 12 de março, renunciei ao cargo. Devo ressaltar que a maior parte das minhas previsões a respeito desta alienação está sendo confirmada.

As palavras supostamente ditas pelo presidente da sub-seção de Campo Grande, transcritas no malsinado boletim de campanha, não se referiram ao fechamento do centro médico ali existente. Relatam o inconformismo daquele dirigente contra a reformulação levada a efeito pela gerência médica da Caarj, remanejando médicos que pouco produziam em razão da baixa procura. A aplicação de critérios técnicos ao funcionamento do centro médico revoltou aquele dirigente, quando pretendeu que prevalecessem seus interesses políticos, no que foi apoiado por você, aparentemente esquecido de que uma das nossas promessas eleitorais foi gerir a Caarj de forma profissional, sem permitir interferências políticas ou atender a interesses pessoais.

Através dos comunicados da Chapa 33 Mais OAB, já estão sendo conhecidas pela nossa classe as condições em que você obteve o assentimento da maioria do Conselho para entregar o plano de saúde à Unimed e as consequências desta decisão, pelo que esta carta aberta se limitará a repudiar os ataques pessoais sofridos e anunciar que serão objeto de reparação por via judicial.

Espero que você tenha a coragem de assumir a autoria ou a responsabilidade pelos ataques à minha honra e a meu nome, em resposta à notificação que lhe está sendo enviada, como preparatória à ação judicial a ser proposta.

Assim, estaremos novamente no tribunal, não como da última vez, quando fui seu advogado.

Desta vez, estaremos em lado opostos.

Duval Vianna

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Lauro não mente e prova o que diz

Em ato de desespero, que comprova a dianteira da Mais OAB na preferência do eleitor, Wadih ataca com baixarias e mentiras, sem explicar seus atos. Wadih foi condenado por não prestar contas do dinheiro que recebeu de um cliente. A sentença transitou em julgado e isentou a Caixa Econômica Federal de qualquer responsabilidade. Basta ler e ver quem diz a verdade.

A Caarj deve mais de R$ 112.000.000,00 e isso está expresso em seu balanço. A transferência do Plano de Saúde foi considerada pela ANS como venda de carteira, operação que a instituição define como irregular e que, por isso mesmo, gerou multas. Esse fato foi provado por Lauro, através de documentos obtidos junto à própria ANS. Veja no site – www.maisoab.com.br - e conclua com quem está a verdade.

A OAB deve mais de R$ 27.000.000,00 e isso também foi provado por Lauro, com base em documentos. Os funcionários da Seccional correm o risco de não receber seus salários e já estão descobertos no plano de saúde, porque a OAB não faz o repasse à Unimed dos valores devidos, há mais de dois meses. Pergunte a qualquer funcionário e certifiquei-se da verdade dessa informação.

Para tentar cobrir parte do monstruoso deficit da sua má gestão, Wadih negociou o terreno pertencente à Caarj, na Praça 11, por R$ 1.500.000,00, quando sabe-se que esse imóvel vale, pelo menos, R$ 7.000.000,00. Essa venda não foi submetida ao Conselho nem à classe e, certamente, Wadih dirá que é baixaria da oposição.

Os fatos são esses e cabe a você julgar se a OAB pode ter um presidente que não presta contas do que faz, que leva a entidade à falência e que vende o patrimônio dos advogados de forma escamoteada e ilegal.

Por tudo isso, Lauro, assumindo a defesa da classe, é oposição.

Grave não é deixar a situação, que mente e trai, para ser oposição. Grave é ter sido oposição, como foi Wadih, e, ao ser situação, fazer tudo pior do que aquilo que criticava. E quer continuar.
É preciso, em nome da ética e da dignidade da advocacia, parar Wadih. Dia 16, vote Não à traição e às mentiras da situação.

Vote no seu futuro. Vote Mais OAB.

PARA REFUTAR TENTATIVAS DE DESPISTE COM VERDADES, VEJA ESTE DOCUMENTO E OS TRECHOS QUE SELECIONAMOS PARA VOCÊ CONSULTAR O ESSENCIAL.

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Revista Veja nas bancas

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Mais OAB convida para o lançamento do livro de Tecio Lins e Silva

PARA CONHECER AS DECISÕES DE TÉCIO LINS E SILVA NO CNJ, TOME A DECISÃO CORRETA: VÁ AO LANÇAMENTO DO LIVRO.

“Do Outro Lado da Tribuna”

Dia 13 de novembro a partir das 17h na ADPERJ. Rua do Carmo, 7 - 16 andar - Centro

Um registro inédito das decisões de um advogado no Conselho Nacional de Justiça.

Não é sempre que se tem uma oportunidade como esta de visitar os bastidores da tribuna ocupada por um conselheiro federal da OAB e ex-conselheiro do CNJ. Por isso, comparecer ao coquetel de lançamento do livro de Técio é programa obrigatório. Garanta o seu lugar e um exemplar autografado. Para não perder a chance de ficar do lado certo do conhecimento.

Veja aqui o convite para o lançamento

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Dia 15 vamos proclamar os anseios por Mais OAB, na república de Ipanema

Caminhada Mais OAB – Domingo
Concentração às 9h30 no Posto 9

Nada como uma caminhada da nossa campanha, em um dia tão significativo para todos nós. Uma data que rememora a monarquia numa situação de crise e uma forma de governo que não mais correspondia às necessárias mudanças sociais. Alguma semelhança com o momento vivido pela nossa classe?
Então, vamos todos – advogados, professores de ensino jurídico, militantes e apoiadores da campanha - embalados pelo sentimento que a data inspira, participar da caminhada de 15 de novembro.

Camisa 33 no peito e a certeza de que esse número vai se desdobrar e nos trazer 3 anos de gestão republicana na OAB.

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Lauro Schuch apresenta propostas na Petrobrás

No dia 9 de novembro, Lauro Schuch esteve no departamento jurídico da Petrobrás, onde apresentou com sucesso suas propostas de campanha para cerca de 50 advogados.

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