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Carta de Lauro e Rita aos Advogados

NEGAR OU ADMITIR. TERGIVERSAR, JAMAIS!

A eleição na OAB-RJ nos permite discutir idéias, compromissos e, principalmente, condutas. Credibilidade e confiança nos candidatos à Presidência da Seccional são requisitos indispensáveis.

Como candidatos de oposição temos o dever de apresentar fatos verdadeiros e documentos incontestáveis que versem sobre determinados comportamentos que a advocacia rejeita.

A dívida que deixa a CAARJ e a própria OAB-RJ em estado de falência, mostrada no balanço publicado pela própria Tribuna; a não prestação de contas de um FGTS e a condenação judicial do candidato à reeleição estão documentadas em processo transitado em julgado. A hospedagem de uma viagem a Lisboa e a Paris do Presidente e do seu tesoureiro (hoje seu candidato a Vice) e respectivas acompanhantes, foi estampada em fatura paga pela OAB, o mesmo ocorrendo com passagem para deputada do PCdoB, sem qualquer motivo aparente.

São fatos que não foram negados e documentos, em contrário, não foram apresentados.

Diante de tanta evidência o atual Presidente da OAB tergiversa. Procura se transformar em vítima. Joga uma cortina de fumaça ao distorcido modelo de gestão que adota, situação que criticamos e denunciamos desde o início da nossa campanha e que causou a divisão existente, hoje, no conselho.

O candidato à reeleição, em resposta aos desvios denunciados, procura se justificar na ocorrência de um pretenso acirramento de ânimos no processo de disputa que estaria por degradar o nível da campanha eleitoral.

Colegas. Não estamos participando e concorrendo com a CHAPA MAIS OAB numa eleição qualquer. Numa entidade de representação cuja atividade política se restringe meramente a defesa de interesses dos advogados como classe, ainda que sejam primordiais.

O melhor programa ou projeto para OAB de nada valem se não temos a frente da nossa instituição advogados dignos de ocuparem cargos de relevância, com tradição na advocacia e que possam, principalmente, serem respeitados pela classe e pela sociedade.

O Presidente não é vítima. Os advogados e a OAB-RJ é que podem ser vítimas, se a escolha recair em quem não está a altura da obrigação de espelhar a grandiosidade da nossa instituição.

É hora de mudar.

Nossa característica, como advogados, é ter espírito crítico. Devemos agir com transparência, apresentando fatos que põem em cheque condutas e comportamentos até porque não podemos deixar que a imagem da OAB-RJ seja maculada e, junto com ela, a de todos nós, advogados.

No dia 16 de novembro, nesta segunda-feira, faça a melhor opção. VOTE 33.

LAURO SCHUCH Presidente e RITA CORTEZ Vice.

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Depois do sucesso da Lagoa, a onda Mais OAB chega a Copacabana

Domingo, dia 25 de outubro, às 9h - Concentração na Praça do Lido

O que faz essa onda crescer é a qualidade das nossas propostas, a energia que impulsiona a nossa militância e os resultados diários que estamos colhendo, com novas e importantes adesões.

Copacabana é uma nova etapa da nossa caminhada de sucesso até 16 de novembro. Vamos vestir a camisa da Mais OAB e demonstrar a todos que essa OAB é possível. Que ela, mais do que nunca, está em nossas mãos. E que, passo a passo, nós podemos chegar lá.

Venham e tragam seus amigos e familiares!

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Advogados são essenciais para a democracia

Os advogados são essenciais a distribuição de Justiça e a consolidação do processo democrático, sem as quais não pode haver cidadania, progresso, desenvolvimento.
Por isso mesmo, causou estranheza a declaração infeliz do presidente Lula no jornal “O GLOBO” que ao relatar uma experiência pessoal com um advogado desrespeitou toda a nossa classe.
No seu relato, o Presidente afirmou que esse advogado tentou “ficar” com 20% da sua indenização quando perdeu o dedo na década de 60.
Apesar do seu passado como operário, o Presidente deve ter esquecido que esses 20% deve ter sido certamente a remuneração prevista pela própria OAB pelo trabalho desenvolvido por aquele advogado que, ao que tudo indica, obteve sucesso ao condenar aquele que lhe tirou o dedo a pagar uma indenização.
Uma declaração dessa natureza feita pelo Presidente da República, passa a ideia de uma profissão totalmente exercida por indivíduos mal intencionados, sempre prontos a se aproveitar da ingenuidade ou da ignorância das pessoas para obter vantagens pessoais.
No entanto, como advogados que somos, não podemos deixar de emitir esse desagravo à classe, que tantas figuras notáveis já concedeu ao País, às quais todos nós, incluindo o presidente, devemos inúmeras conquistas e continuamos a dever o nosso reconhecimento e a nossa gratidão.

RESPOSTA DA CHAPA MAIS OAB PUBLICADA NO JORNAL O GLOBO

PRESIDENTE LULA, MERECEMOS RESPEITO!

Presidente Lula, o Sr. foi no mínimo infeliz na forma como criticou os advogados,contrapondo-os aos defensores públicos. Infeliz porque, graças à repercussão natural dos comentários de um Presidente da República, deu margem à generalização de uma imagem negativa e distorcida de uma categoria a quem o Sr. pessoalmente, sua família, seu partido, os sindicatos e a própria sociedade brasileira tanto devem. Aquele modesto advogado que o procurou oferecendo-se para ajudá-lo na busca da indenização pela perda de um dedo é a expressão viva de uma classe que trabalha duro para sobreviver. Ele estava cobrando a remuneração que a lei garante. Infelizmente, ele disputa um mercado aviltado pela profusão dos cursos de Direito que os sucessivos governos permitiram. Mas este humilde advogado de porta de fábrica merece o mesmo respeito, porque integra uma categoria que o ajudou, Presidente, a garantir os direitos obtidos em dissídios coletivos; que o tiraram da cadeia e o livraram da tortura; que o ajudou a obter aposentadoria especial por perseguição política. Foi esta categoria, Sr. Presidente que, através da Ordem dos Advogados do Brasil, liderou o movimento pela democracia, libertou inocentes dos porões da ditadura, lutou pela anistia política e encabeçou o impeachment de um ex-presidente acusado de corrupção. Essa mesma categoria, por lei, é considerada essencial à prestação da Justiça. A ética na advocacia e a qualificação do mercado de trabalho devem ser continuamente zeladas pela OAB. Mas, nem mesmo uma eventual conduta antiética de algum profissional deve ser rotulada negativamente de forma tão infeliz por ninguém, muito menos por um Presidente da República que, ao longo de toda carreira como sindicalista e político, teve sempre ao lado algum advogado para zelar por seus justos interesses.

Nós, advogados brasileiros, merecemos respeito!

Lauro Schuch é advogado e líder do movimento MAIS OAB

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Mais mulheres na OAB

Dizem que mulher não vota em mulher. A expressão talvez seja fruto de quem pensa que não precisamos votar em mulheres, porque, afinal de contas, o que realmente importa é que nossas aspirações sejam contempladas e que os nossas metas de igualdade social sejam alcançadas, independentemente de quem nos represente.

Nós, da MAIS OAB, não concordamos com este pensamento.

São inegáveis as conquistas que as mulheres vêm obtendo nos últimos tempos, passando a ocupar o lugar de destaque que nos cabe em praticamente todos os setores de atividade humana.

COM MIRTES CAMPOS, em 1906, NÓS CONQUISTAMOS O DIREITO DE ADVOGAR

Esses avanços serviram para demonstrar que, na grande maioria dos casos, o gênero não pode ser determinante quanto à capacidade desta ou daquela pessoa para preencher esta ou aquela função, e sim a aptidão, a competência, o talento. No meio jurídico e na política nacional os exemplos, hoje, são incontáveis.

Apesar do muito que a mulher conseguiu avançar, reduzindo os espaços do preconceito e da discriminação, ainda há muito a fazer em termos de igualdade de direitos e oportunidades.

Não foi por acaso que a chapa Mais OAB escolheu uma mulher para ocupar a vice-presidência e agregou várias advogadas com efetiva representação perante a classe. Isso reflete, com exatidão, tudo o que defendemos com respeito à participação crescente da mulher na vida nacional.

NÓS MULHERES COM DESTAQUE NA MAIS OAB.

Além das questões que são comuns a advogados e advogadas, nós da MAIS OAB tendo como candidata à vice-presidência nossa colega, a advogada Rita Cortez, vamos cuidar dos temas que nos dizem respeito diretamente. Com o apoio da Mais OAB, nós nos sentiremos motivadas e incentivadas a participar de atividades do interesse da classe e da sociedade, num amplo sentido. Como as ações pela cidadania, em defesa do meio ambiente, da qualidade do ensino jurídico, da ética na vida pública, da igualdade racial e de gênero, violência doméstica, alienação parental, aborto, e todas as demais iniciativas em que a nossa sensibilidade aguçada, nosso senso de organização, nossa determinação e espírito sempre guerreiro têm demonstrado ser de extrema relevância.

SE DEMONSTRAMOS IGUALDADE QUANTO À COMPETÊNCIA TEMOS QUE TER IGUALDADE DE DIREITOS E OPORTUNIDADES.

Vamos exercer completa vigilância sobre atitudes discriminatórias, além de reivindicar que seja franqueado às mulheres o acesso a cargos de projeção, competindo em igualdade de condições com os homens e em processos de avaliação de competências, buscando impedir que as mulheres sejam preteridas sob alegações de qualquer natureza e tenham remuneração não condizente com sua capacidade de atuação.

SOMOS MAIORIA NA ÁREA DO DIREITO.

POR QUE, ENTÃO SOMOS MINORIA ABSOLUTA NA COMPOSIÇÃO DO CONSELHO DA SECCIONAL E DE OUTROS SETORES DA ORDEM?

Esta é outra bandeira que nos cabe empunhar na Mais OAB. E vamos fazer isso, corrigindo o flagrante desequilíbrio nessa proporcionalidade. Vamos revitalizar e dar destaque à Comissão da OAB/Mulher que deverá estar empenhada, principalmente, na inserção das advogadas e das estagiárias nas políticas geradas pela Seccional e pelas Subseções, em todos os âmbitos. Não só isto. Vamos manter as atividades tradicionais, como promover cursos, realizar conferências, congressos, simpósios, debates e ciclos de estudos, e elaborar teses sobre o direito da mulher, expressos nas legislações nacionais e internacionais.

MAIS OAB COM MAIS PRESENÇA DE NÓS MULHERES EM TODAS AS QUESTÕES LIGADAS À ADVOCACIA.

Esta é a nossa meta. Venha você, também, advogada e estagiária, a nos acompanhar nessa empreitada e enfrentar o desafio de ter uma OAB efetivamente preocupada em contemplar todos os segmentos da advocacia no Rio de Janeiro e que saiba entender, com muito MAIS sensibilidade e conhecimento de causa, as nossas diferenças. Apoie a MAIS OAB.
Vote em LAURO SCHUCH, para Presidente e vote na advogada RITA CORTEZ para a Vice Presidência.

CANDIDATAS DA MAIS OAB NA SECCIONAL E NAS SUBSEÇÕES:

Alessandra Lelis Muniz
Angela Carolina De Alvarenga Da Silva
Aurélia de Oliveira Pimenta
Beatriz Abraão de Oliveira
Carla Renata Pinto Magalhães
Carolyne Albernard
Catarina Da Silva Couto Dionísio Cid
Cistiane Cardoso Lopes Mançano
Cristina De Fátima Barbosa
Daniela Muniz Bezerra
Débora Batista Martins
Eliane de Vasconcellos Santos da Costa
Elisa De Souza
Elisabete Gasiglia De Queiroz
Fabricia Alves Cardoso
Fátima Rangel dos Santos Assis
Gracia Monte Barradas
Jane Vanele de Carvalho Costa
Jania Márcia Teixeira Rodrigues
Julia Hissa Ribeiro Da Fonseca
Káthia Mattos Kozlowski
Kátia Farhan Boaventura
Lia Pellon
Lucia Dalva Moreira de Souza
Ludmila Shargel Maia
Magna Correa de Lima Duarte
Mara de Fátima Hofans
Márcia Barbosa Soares
Márcia Dinis
Maria Do Carmo Penha Da Silva
Marlene Padilha
Moema Baptista
Monalisa Costa e Silva
Monyk Cristina Carvalho De Bastos Dos Santos
Nisia Maria Fernandes De Alcantara
Raimunda Do Monte Machado Rodrigues
Rose Berardinelli
Sonia Regina Martins
Tânia Padilha
Valeria Perez Lira
Valéria Tavares de Santanna
Victória Amália de Barros Sulocki

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Paulo Reis apóia Lauro e elabora projeto de lei inovador para beneficiar clubes e jovens

O advogado Paulo Reis, 59 anos, especializado em Direito Trabalhista e Esportivo, é candidato na CHAPA MAIS OAB e está elaborando um projeto de lei de cunho social que tem como objetivo a formação do menor como atleta e cidadão.
O projeto dispõe sobre assistência médica, educação, preparação física e profissionalização técnica para o jovem que treinasse para ser jogador de futebol. Os clubes incluídos no programa poderiam receber benefícios fiscais em forma de compensação tributária.
Segundo Paulo Reis, ex-diretor jurídico do Vasco ao longo de 20 anos, a lei ajudaria também no combate ao tráfico de menores para profissionalização em clubes internacionais e poderia assegurar um trabalho social com aproximadamente 200 jovens por clube.
Recentemente, a convite do ministro Guilherme Caputo, do Tribunal Superior do Trabalho, Paulo Reis participou do segundo seminário de Direito Esportivo e Trabalhista, em Brasília. Além dele foram convidados os Drs. Mário Pucheu, ex-advogado do Flamengo e consultor da CBF, e Marcos Motta, especialista em Direito Internacional Esportivo junto à FIFA.

Paulo Reis foi entrevistado pela MAIS OAB. Leia a entrevista:

MAIS OAB: Fale-nos sobre sua formação, carreira e atuação como especialista em Direito Esportivo.

Paulo Reis: Eu me formei na Estácio de Sá, sou fundador da Estácio de Sá, em 1974. Dali, comecei a estagiar na própria Justiça do trabalho, através do escritório de advocacia Paulo Costeira. Nunca saí da Justiça do Trabalho e passei a atuar também na Justiça Esportiva, razão pela qual fui chamado para trabalhar no Vasco. Fui vice-presidente jurídico do Vasco da Gama por vinte anos. Eu fazia parte trabalhista com atleta e também a parte de Direito Esportivo. No recente seminário em Brasília, fui falar sobre a experiência desse meu período todo ligado a um clube de futebol, sobre a formação do atleta e o êxodo do atleta menor, assunto que vem mexendo muito com o futebol brasileiro. Esses menores, o atleta com uma idade inferior a 16 anos, não podem se profissionalizar no exterior, então o que acontece? Grandes clubes vêm de fora, como o Milan, Roma, Real Madrid, e oferecem um emprego para o pai, aproveitando uma saída existente na legislação. Eles levam o pai para trabalhar ficticiamente numa empresa, usam essa desculpa e, com isso, levam a criança. É uma burla, uma fraude e a FIFA agora puniu, se não me engano, o Chelsea. Este clube agora não pode fazer contratação por um ano porque foi em cima de um menino de outro país, levando-o para jogar na Inglaterra. É mais ou menos o que eles vêm fazendo aqui no Brasil também. Aproveitam uma brecha na legislação da FIFA, segundo a qual só se pode levar um jogador para fora do país e profissionalizá-lo se o pai for trabalhar fora e naquele país tem um time de futebol. Aí, como o pai está viajando, o menor pode ir, usam esse artifício. Então eles começaram a criar várias situações. Por exemplo, ficamos sabendo que o Real Madrid assediou um menino de 14 anos, no Vasco da Gama. O clube ofereceu um emprego ao pai de um menino, com salário de 600 mil euros, só pro pai do menino ir pra lá, trabalhar ficticiamente numa empresa e levar o menino. Quando o garoto completasse 18 anos, o clube lhe pagaria por cinco anos, gradativamente, outra fortuna, em parcelas de 600 mil, 700mil, 800 mil, 900 mil e finalmente um milhão de euros. Então, na prática, eles estavam sequestrando esse garoto de 14 anos e trazendo um prejuízo sensível ao Vasco. Outros clubes, num sentido geral, também sofrem esse tipo de ataque.

MAIS OAB: Poderia ser chamado também de tráfico?

Paulo Reis: Para se ter uma ideia disso, fiquei sabendo que existem muitos meninos que os franceses pegam nas ex-colônias e levam para a França para a possibilidade de vingarem como atletas. Se eles não vingam como atletas, ficam largados lá. Existe muito isso, dizem, eu não tenho certeza, mas li, inclusive, uma reportagem sobre isso. E isso vem acontecendo muito aqui no Brasil. Mas agora, em função dessa preocupação dos clubes, preocupação do Governo Federal, estão sendo tomadas muitas precauções em relação a isso. E na minha palestra, eu fui chamar atenção sobre isso, no Tribunal Superior do Trabalho. Fui alertar sobre esse problema do êxodo e, ao mesmo tempo, mostrar o trabalho eminentemente social dos clubes de futebol. Um clube pega 200 meninos de 12 anos, dá assistência social, fonoaudióloga, dentista, dá médico, dá preparação física, dá escola. Depois que ele atinge uma determinada idade, recebe ainda formação técnica, curso profissionalizante, enquanto treina para ser jogador de futebol. Quando ele não vinga como jogador de futebol, pelo menos já tem um caminho seguro e útil para seguir na vida como cidadão. Acho que, como esse trabalho é social e tira a criança da rua, deveria merecer uma parceria mais forte por parte do Governo Federal. O ideal seria uma isenção de tributos em troca do que o clube puder oferecer cada vez mais nessa atividade social. Seria uma forma, também, de recompensar parcialmente o clube, que cuida de 200 meninos, mas no final só aproveita dois, três… Pouquissimos viram profissionais de bom padrão, os outros não vão adiante. Todos vão sair ganhando com a parceria entre clubes e Governo, se for um trabalho bem feito, bem fiscalizado. O clube não precisa ter regalias; precisa, sim, ser fiscalizado. Se ele é fiscalizado e atende às necessidades dos meninos e aos requisitos exigidos pelo governo, a sociedade e o país saem ganhando. A fiscalização pode ser feita através do Ministério Público do Trabalho e do Juizado da Infância e da Juventude, porque envolve um menor. O Juizado da Infância e da Juventude, através dos monitores, pode fiscalizar se o garoto está participando do treinamento, indo à escola, se a alimentação é adequada, etc. Se o clube tem facilidades do governo, obriga-se a oferecer o melhor possível para seus atletas.

MAIS OAB: O que é necessário para que essa ideia vingue?

Paulo Reis: Acho que precisa ter uma participação forte das federações de clubes e confederações junto ao Governo Federal.

MAIS OAB: Precisaria de uma lei especial?

Paulo Reis: Acho que sim. Propus, inclusive, que se preveja a figura de um ajuste de conduta. O clube que estiver interessado, através de uma lei, em ter esse benefício, deveria assinar um termo de ajuste de conduta confirmando que irá cumprir determinadas condições estabelecidas pelo Governo Federal para ter direito ao benefício fiscal. Para gozar a compensação de tributos o clube não precisa receber nenhum dinheiro; apenas deixa de fazer determinado recolhimento, destinando-o à formação do atleta.

MAIS OAB: É possível fazer isso com a legislação tributária vigente já a partir de agora?

Paulo Reis: Não, acho que é difícil. Porque as isenções atualmente são mais para criação de centro de treinamento e não pra essa qualificação do atleta, uma coisa bem mais especifica.

MAIS OAB: Então, exigiria uma nova lei?

Paulo Reis: Eu entendo que sim.

MAIS OAB: Existe algum outro projeto de lei com relação a isso?

Paulo Reis: Hoje em dia, não. Estou começando a elaborar alguma coisa neste sentido.

MAIS OAB: Essa lei poderia ser chamada como?

Paulo Reis: Lei do Menor Atleta, Lei do Cidadão Atleta, do Atleta Cidadão, alguma coisa desse tipo. Porque o objetivo é formar um menor como atleta e cidadão, facilitar que esse menino seja formado. A importância disso já é reconhecida. Aconteceu um fato que me lembro agora, veja que interessante. A sede do Vasco é localizada próximo uma favela de baixa renda, chamada Barreira do Vasco. Ali, se vive com certa dificuldade. Ali, tem o problema da marginalidade, também. No clube treinam e vivem uns 200 meninos, todos com alimentação, acompanhamento médico, escola, tudo isso dentro do Vasco. Numa noite, um menino de 15, 16 anos, que vive no Vasco, estava no quarto e foi atingido no ombro por uma bala perdida, durante um confronto na favela. Ele foi atendido, não teve muita gravidade, mas a nossa preocupação, em seguida, era dar-lhe assistência, ver o que ele precisava. Explicamos que precisávamos entrar em contato com os pais dele, perguntamos onde é que ele morava. Os pais moravam em São Gonçalo, então lhe explicamos que ele podia ir para casa, não precisava morar no clube, tão longe, em São Cristóvão. Dissemos: “Você não precisa morar aqui, você pode morar com seus pais, nós vamos mandar você de volta pros seus pais e você continua treinando aqui”. Aí, esse menino falou pra gente: “Não, eu quero que vocês avisem meus pais, mas não me levem pra lá porque lá eu não tenho cama, não tenho comida e não tenho escola, eu quero ficar aqui”. Então, ver uma criança falar isso é uma coisa muito séria. Acho que deve haver uma preocupação não só dos clubes, mas do próprio Governo. Os clubes têm muitos defeitos? Sim, tem, mas ao mesmo tempo desenvolvem uma atividade social importantíssima, que pode ser cada vez mais relevante. A assistência social do clube, com direito a compensação fiscal sob fiscalização. pode ser uma solução para muitos meninos brasileiros. Muito menino amparado pelo clube poderia estar no sinal vendendo bala, tentando limpar os carros, tentando assaltar alguém de bicicleta no meio da rua. Enfim, acho que o projeto em elaboração por mim e minha equipe é muito importante.

MAIS OAB: Então vamos batizar logo essa lei? Lei do Menor Cidadão?

Paulo Reis: Lei do Cidadão Atleta. É porque isso começa com o menor; depois, com 18, 19 anos, ele começa a ganhar o salariozinho dele, mas a formação começa no clube desde os 12 anos de idade. Até os 17 anos, o adolescente precisa desse apoio. Isso é fundamental.

MAIS OAB: Lei do Menor Atleta e Cidadão.

Paulo Reis: É evidente que, o Lauro ganhando as eleições – e a gente acredita que ele vai ganhar – pretendo na Comissão de Esportes desenvolver mais ainda esse trabalho. A OAB tem muita força para elaborar um projeto e encaminhá-lo para os legisladores. Depois a mesma OAB pode também participar da fiscalização dos clubes.

MAIS OAB: E porque o senhor apóia o Lauro Schuch?

Paulo Reis: O Lauro já tinha me procurado em outras eleições, mas eu tinha compromisso com amigos. No entanto, sempre gostei do Lauro, eu vejo nele uma pessoa séria, comprometida com a categoria. O Lauro é, acima de tudo, advogado. Tem compromisso com a classe e não com terceiros. Por isso, eu sei que ele está no caminho certo. Vou caminhar do lado dele até o final e tenho certeza de que ele vai ter um resultado favorável no final dessa eleição.
Na liderança deste movimento tem também a minha colega e amiga de muitos anos na Justiça do Trabalho, a Rita Cortez. Antes de ser Presidente, Rita foi vice-presidente na minha gestão na ACAT – Associação Carioca de Advogados Trabalhistas, uma das mais antigas e tradicionais associações de advogados. É a nossa paixão.
Rita Cortez é uma digna representante dos advogados trabalhistas e todos conhecem as lutas que travamos a frente da Associação em prol da valorização da advocacia trabalhista. Posso dizer que um dos diferenciais da MAIS OAB reside exatamente no fato do nosso movimento ser integrado por advogados reconhecidamente militantes, como Rita e Lauro, e que têm comprovados serviços prestados a nossa classe.

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Cadeira Vazia

cadeira vazia

PRESIDÊNCIA DA OAB/RJ

Esta cadeira, reservada ao sr. Wadih Damous no debate realizado no IBMEC entre os pré-candidatos à presidência da OAB/RJ ficou vazia.
Era um debate a que estudantes de Direito, que são o futuro da advocacia, compareceram para conhecer o posicionamento dos que pretendem ter o comando da Seccional nos próximos três anos. O atual presidente fez uma desfeita aos estudantes. Mas essa ausência não causa surpresa.
Cadeira semelhante, na sede da Seccional, tem estado vazia há muito tempo, diante da falta de posicionamento de quem deveria ocupá-la, em defesa dos reais interesses da classe. Ela ficou vazia por mais de dois anos e meio, face às humilhantes revistas dos advogados no Fórum. Só agora, às vésperas de nova eleição, o presidente sai da inércia e anuncia o fim das revistas. Com trinta meses de atraso e depois de milhares de constrangimentos.
Continua vazia diante de outras tantas e mais graves agressões às prerrogativas. Como a prolongada tramitação dos processos, negativas de acesso aos autos, exigências de procuração nas vistas dos processos, recusa de juízes em receber os advogados, invasões de escritórios, violação do segredo profissional dos clientes, constrangimento ilegal e humilhação pública.
Vazia, como quando a classe não obteve, no plano de saúde contratado, as mesmas vantagens de associados de outras instituições, mesmo contando com o grande número de associados, valioso trunfo nas negociações. Vazia, reiteradas vezes, diante de fatos sobre os quais a Ordem sempre se posicionou, alinhada aos anseios da sociedade brasileira, como os que agora enchem de indignação as pessoas de bem.
Como se, além da sua ausência física, a Casa dos Advogados tivesse perdido o antigo prestígio e a voz que sempre soube erguer na luta pelo restabelecimento da democracia, nas Diretas Já, no movimento em favor da anistia, na destituição do presidente Collor e em tantos outros momentos em que a posição da OAB foi bússola e farol a indicar os rumos da cidadania. Não é essa OAB sem presença e sem voz que a classe quer ter como sua digna representante.
Para não ter mais o dissabor de ter um presidente que foge de compromissos com o futuro da sua classe, faça a reflexão e vote em quem esteja realmente comprometido em não faltar com a advocacia. Lauro tem o Direito como vocação e a defesa e o fortalecimento da classe como compromisso de vida.
Se você quer Mais OAB nos mais diferentes momentos em que a Ordem e o seu representante precisam se fazer presentes, coloque na cadeira da presidência alguém capaz de representá-la à altura.

Lauro é Mais OAB.
Vice Rita Cortez

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A onda que vem se formando marca o extraordinário crescimento da campanha Mais OAB nos últimos dias

A cada dia ocorrem novas e importantes adesões. São advogados da capital e de outras cidades, subseções, sindicatos, formadores de opinião, profissionais liberais, numa grande corrente que já começa a empolgar não só a nossa classe, mas diversos segmentos da sociedade civil organizada.

OS DEFENSORES DA DEMOCRACIA E DA CIDADANIA TAMBÉM QUEREM TER MAIS OAB.

Agora, é a vez do SENALBA RJ, Sindicato dos Empregados em Entidades Culturais, Recreativas, de Assistência Social, de Orientação e Formação Profissional do Estado do Rio de Janeiro. Seu presidente, Alcides Freire, reconhece em Lauro Schuch o advogado que defende a democracia, assegura o direito do cidadão e a liberdade de comunicação.

A Chapa Mais OAB se sente honrada com o reconhecimento e o apoio do SENALBA e cada vez mais confiante no sucesso da nossa proposta em 16 de novembro.

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Dia do advogado solidário

Lauro Schuch promoveu o dia do advogado com um ato de cidadania. Na manhã do dia 11 de agosto, amigos da chapa Mais OAB compareceram ao HemoRio para doação de sangue coletiva. Eles trocaram o tradicional pendura pela solidariedade a uma instituição que atende cerca de 200 unidades de saúde no Estado e está com dificuldades de abastecimento.

O HemoRio fica na Rua Frei Caneca, 8 - Centro - Rio de Janeiro

 

Saiu na imprensa:

Jornal do Brasil - Coluna de Anna Ramalho - 11 de agosto de 2009

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O Globo - Segundo Caderno - Curtinhas - 11 de agosto de 2009

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Nós queremos Mais OAB e eles querem “Wadih de Novo”.

O lema adotado pelos interesses que sustentam a tentativa de reeleição de Wadih define claramente a diferença entre as candidaturas postas à apreciação da advocacia para as próximas eleições da Ordem dos Advogados do Brasil, que ocorrerão em novembro próximo.

De um lado, o movimento Mais OAB, composto por advogados com inquestionáveis compromissos com os valores da advocacia e do advogado, com a defesa intransigente das prerrogativas profissionais, da cidadania, da dignidade da pessoa humana e do fortalecimento da OAB, liderados por Lauro Schuch.

(confira a lista de apoiadores da campanha)

Mais OAB não significa a personificação da OAB em um, dois ou três nomes, não representa o encarceramento da OAB por um grupo e não pretende que a classe dos advogados se contente com o debate das questões da advocacia somente no âmbito interno dos dirigentes da entidade.

Mais OAB não se encerra somente na anuidade congelada, recorte digital, plano odontológico ou convênios para que advogados tenham menores custos em cursos jurídicos, em detrimento da ESA – Escola Superior de Advocacia. Não porque não seja válido disponibilizar alguns desses serviços. Mas porque eles, por si só, não representam o verdadeiro anseio da advocacia.

Mais OAB não pretende que a defesa das prerrogativas dos advogados sejam apenas discursos vazios, como se isto pudesse representar o sentimento de segurança para a categoria. Pretende, sim, uma OAB forte e representativa, quando então os advogados, sem exceção, não sofrerão arbitrariedades e, consequentemente, não mais se sentirão desrespeitados e até humilhados no exercício da sua advocacia.

Mais OAB não quer que o advogado apenas visite sua Casa nos dias de pagamento de anuidade, entrega de carteiras ou julgamento de processos, mas sim que o advogado tenha orgulho de ser advogado e se proponha a apresentar e debater ideias e ideais, participe da vida da Entidade e de suas ações, estreitando os laços de solidariedade que nos unem como irmãos e irmãs.

Por fim, Mais OAB representa renovação e avanços, e quer que a sociedade possa celebrar a assistência constante da categoria na defesa da cidadania, proporcionando ao advogado a plenitude da sua profissão, com o respeito que merece.

Do outro lado… Bem, do outro lado, eles querem “Wadih de novo”?

Lauro é Mais OAB

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Lauro Schuch discute igualdade, inclusão, cidadania e uniões homo-afetivas em artigo sobre Direito de Família

FAMÍLIA – UMA VISÃO CONTEMPORÂNEA ( DE INCLUSÃO )

Na trajetória da humanidade, o século XX foi sem dúvida a era das grandes transformações, reformulando sensivelmente todo sistema de regulação social, exigindo ajustes dos conceitos e princípios que sustentavam todo arcabouço jurídico em que o Direito se fundava.

Neste cenário de desconstrução e mudanças, sem a dúvida a família experimentou intensas variáveis, embora, em sua essência, foi e continuará sendo o núcleo básico e fundamental de estruturação humana.

familiaA família patriarcal, hierarquizada e núcleo de reprodução, perdeu sua expressão de relevo no cenário jurídico. A essência da família já não é mais o seu objeto ou seus fins clássicos e ultrapassados, mas sim os elementos que a integram, qualquer que seja sua forma de constituição. O ser assume destaque, elevando a pessoa ao centro da cena jurídica, não sendo mais possível pensar em Direito de Família sem pensar em dignidade, igualdade, inclusão e cidadania. Consequentemente, impróprio falar em ilegitimidade de famílias ou filhos na perspectiva de exclusão ou classificação pejorativa, merecendo todos integral proteção do Estado, como estampa o art.226 da Constituição.

Sob o signo da inclusão, as mulheres deixaram de ser submetidas ao pai ou ao marido para tornarem-se sujeitos da própria vida, desmoronando princípios como a indissolubilidade do casamento e a virgindade como selo de qualidade.

Casamento, sexo e procriação tornaram-se elementos desatrelados do Direito de Família, pois o casamento já não é indissolúvel e nem legitimação do sexo, que aliás,com o desenvolvimento da engenharia genética, já nem é mais a condição da reprodução.

Os novos valores que inspiram a sociedade contemporânea rompem definitivamente com aquele conceito tradicional da família casamentária e solenizada . A concepção jurídica da sociedade moderna gera um modelo familiar descentralizado, democrático e igualitário, fincando seu escopo precípuo na solidariedade social e demais condições essenciais ao aperfeiçoamento e progresso humano, regido o núcleo familiar pelo afeto como mola propulsora e referência primária de sua solidez.

Ao colocar em xeque a estruturação familiar formal, a contemporaneidade permitiu compreender a família como uma organização subjetiva fundamental para a construção individual da felicidade. E, nesse passo, forçoso admitir que além da família fundada no casamento, outros arranjos familiares cumprem a função que a sociedade pós-moderna destinou à família: entidade de transmissão da cultura e formação da pessoa humana digna.

Com os novos parâmetros trazidos pela Constituição de 88, a família do novo milênio - ancorada na segurança constitucional – é igualitária ( arts. 3º e 5º), democrática e plural, livre de preconceitos e distinções privilegiantes, protegido todo e qualquer modelo de vivência afetiva forjado nos laços de solidariedade .

O art. 226 da CF refere-se à família como um modelo aberto, atribuindo a ela, na sua mais variada configuração, especial proteção do Estado como base da sociedade. Trata-se de uma regra geral de inclusão, pois que não há distinção ou limitação de qualquer modelo familiar, diferentemente do que ocorria nas constituições anteriores, segundo as quais a família legitimamente protegida era aquela constituída pelo casamento.

A CF estabelece em seu preâmbulo que o Estado Democrático de Direito por ela formatado se destina a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, o bem estar, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade pluralista, solidária e sem preconceitos. Fica claro, portanto, que a interpretação de todo texto constitucional deve ser orientada pelos princípios da liberdade e igualdade, e despida de qualquer preconceito, porque tem como pano de fundo o macro-princípio da dignidade da pessoa humana, ditado pelo art. 1º, inc. III como princípio fundamental da República.

Sob esta nova inspiração jurídica, as uniões estáveis são elevadas ao status de entidade familiar, e filhos havidos fora do casamento já não são mais discriminados nem tratados como ilegítimos ou bastardos.

Afora tais avanços, a pauta das transformações do cenário familiar traz a discussão sobre a inclusão das relações homo-afetivas no campo do Direito de Família, a merecer também reconhecimento legal e proteção do Estado.

Para tanto, desnecessária a criação de um texto de lei específico que assim disponha, havendo vários em tramitação no Congresso Nacional, figurando o tema mais na superação de preconceitos do que nas discussões sobre sua natureza jurídica.

As uniões homo-afetivas, embora não referidas expressamente no texto Constitucional, apresentam, na sua gênese, aqueles mesmos valores que informam o conceito de família, pois que fundadas no afeto, na solidariedade entre seus membros e no compartilhamento de projetos de vida, divididas as alegrias e tristezas do cotidiano.

De tal modo, em conta a não taxatividade de um padrão de família face o modelo aberto estampado pelo já citado art. 226 da Carta da República, considerados os princípios basilares constitucionais da dignidade humana, art 1º, inciso IIIº; da igualdade substancial anotada nos arts. 3º e 5º, da não discriminação, inclusive por opção sexual ( art. 5º ) e do pluralismo familiar – art. 226, bastaria aplicar a tais arranjos o que já existe nos textos de leis vigentes relativamente às uniões estáveis.

O TSE já reconheceu as uniões homo-afetivas como Entidades Familiares para pronunciar a inelegibilidade de candidata com base no art. 14, p.7º da CF, como consta do Rec. nº 24.564-PA, relatado pelo Min.Gimar Mendes.

Na mesma linha, a Lei Maria da Penha ( nº 11.340/06) assim também reconhece, ao aludir a possibilidade de violência familiar contra a mulher praticada por outra mulher. Portanto, não faltam leis, restando apenas aplicá-las, vencido o preconceito que considera a opção de sexualidade um desvio de caráter ou uma ameaça social.

Lauro Schuch – Advogado

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